sábado, 11 de novembro de 2023

O PETRÓLEO É NOSSO - Germano

 

Desde a minha adolescência que ouço esta frase. Até em músicas carnavalescas ela foi cantada em versos e prosas.  O negocio entusiasmou tanto os brasileiros que  o Governo Federal criou a Petrobras. Agora sim, teríamos uma estatal própria para a exploração de todo o manancial petrolífero no Brasil. E isto aconteceu de norte a sul. O controle do petróleo traria, sem sobras de dúvidas, uma grande contribuição para que o Brasil ficasse cada vez mais forte a nível mundial.

Ledo engano, a Petrobrás  em alguns dos governos que sucederam a era Getúlio Vargas, perderam as características originais e, como toda estatal, não obstante ser de Economia Mista, deixou de ser administrada por técnicos, para ser gerenciada por brasileiros vinculados ou indicados por partidos políticos ou mesmo nomeados pelo Governo Federal, perdendo assim, o monopólio tão esperado da exploração.

Continua sendo uma importante empresa para o Brasil, todavia, vez por outra, lemos nas notícias jornalísticas as asneiras administrativas postas em prática, que tanto prejudicam  os seus lucros.

Há alguns anos criaram o PROÁLCOOL, então, os carros teriam como se deslocar com um combustível  acessível já que seria fabricado da cana de açúcar. E mais uma vez nos enganamos com as determinações governamentais, pois acho  que  elevam e baixam os preços ao seu bel prazer.

Igual procedimento veio a ser implantado com o carro movido a gás que ainda hoje persiste.

Não cheguei a possuir carro a gás, mas recentemente mudei para o  DIESEL, que era, mais  barato. Ledo engano mais uma vez,  estava mais barato que a gasolina e agora está mais caro. E assim vamos nos acostumando as constantes variações dos preços.

Este ano tomei conhecimento do lançamento de carros híbridos ou elétricos como dizem. Quiçá seja a solução para que os brasileiros possam adquirir e usar, pagando pouco pelo combustível consumido.

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

0 DIA DE FINADOS 2023 – Germano


 


 

Foi na quinta-feira, dois de novembro de dois mil e vinte e três, eu e Icléa passamos  em Mata Grande onde fomos ao cemitério fazer a visita de cova aos nossos pais, sogros , demais familiares e amigos que nos deixaram com imensas saudades.

As cinco horas da manhã foi celebrada no cemitério a missa de finados, já é uma tradição religiosa, sendo que a noite  o Padre também celebra outra missa. É uma data dedicada aos defuntos onde  relembra-se dos entes que já partiram.

Faz parte da  nossa tradição, levar flores para os falecidos, acender velas nas catacumbas e nos cruzeiros centrais, acender velas em homenagem àqueles que no momento esquecemos, além de rezar em   homenagens a todos que estão no plano celestial. É o dia  apropriado para se expressar a saudade deixada pelas pessoas  que fizeram parte da família e também dos bons amigos com os quais houve excelente convivência.

 

De acordo com o professor Luiz Eduardo de Lacerda Abreu, do Departamento de Antropologia (DAN) da Universidade de Brasília (UnB), em todas as sociedades, a morte, o corpo e o luto são tratados por meio de rituais. A razão disso são as propriedades destes.

“Os rituais são uma forma de comunicação: eles não apenas dizem algo, como também dialogam com as crenças sobre a morte e os mortos”, diz o antropólogo.

 

 

Foi a partir do século 21 que a data se popularizou pelo mundo, como o Dia de Finados. “Para a antropologia, a forma como a sociedade brasileira trata a morte, o cadáver e os rituais é, em grande medida, parte da nossa herança ibérica. Mas ela se consolidou em algo parecido ao que vemos hoje apenas recentemente”, complementa Luiz Eduardo.

Quiçá, possamos nos anos do porvir, continuar participando de todos os rituais tradicionais, quer no cemitério como também na matriz de Nossa Senhora da Conceição, nossa Padroeira.

 

 

 

segunda-feira, 23 de outubro de 2023

A IGREJA MATRIZ DE MATA GRANDE-AL.-Ubireval Alencar

 





IGREJA MATRIZ DE MATA GRANDE,  ALAGOAS.

Altar consagrado à Senhora da Conceição, há quase dois séculos.

Gerações e gerações aí se prostraram em súplicas ao Pai Eterno, invocando a intermediação da Mãe de Jesus,  o Filho de Deus.

Quantos devotos desciam das serras para se fazerem presentes às longas e demoradas novenas no período natalino. Foguetes pipocavam nos céus estrelados, balões insuflados que ora subiam morros e se desfaziam nas caatingas ribeirinhas. Criançada e vovós em polvorosa quando os balões pegavam fogo antes de alçar voo na noite de gala.

Inabalável permanecia a banda de pífanos, intermediando começo,  meio e fim das novenas.

Bem ali próximo,  a LAPINHA decorada da D. Guiomar era a atração maior da praça da Matriz. Luzes, enfeites, e um requinte de decoração com pisca-pisca atraindo os olhos das crianças   comovendo idosos diante do berço aconchegante do Menino Jesus,  rodeado de cordeirinhos. São José e a Virgem Maria nos convidavam à reverência e adoração do episódio que mudaria História da humanidade: " Nasceu em Belém de Judá, o Menino que veio para nos salvar".

Foguetes pipocaram ininterruptamente e os céus de Mata Grande viriam a iluminar-se com todo requinte do brilho e colorindo a noite festiva.

Lá,  na Rua de Baixo, barracas de tapioca, roletes de cana, amendoins torrados e caldo de cana faziam a festança do chamado  Povo da Roça.

A fabulosa e centenária ONDA, uma grande roda gigante na horizontal com ondulações alucinantes para Criançada e um enfeitado carrossel sob efeitos musicais embalavam as nove noites preparatórias da grande Festa de Natal e Ano Novo.

Maravilhas de um tempo em que toda Criançada, fossem os da cidade, fossem os  advindos dos sítios próximos,  nos dávamos ao luxo de pedir MINHAS FESTAS. Quinhentos réis eram as benesses que nos felicitavam, e continuávamos a peregrinação de porta em porta. Um verdadeiro milagre da miscigenação de cor,  posses, e vestimenta.

O sentimento era um só: a humanidade de paz e amor com a chegada do MENINO DEUS.







domingo, 22 de outubro de 2023

MARCO HISTÓRICO DA CAPELINHA DE SANTO ANTONIO - Ubireval Alencar.

 





MARCO HISTÓRICO DA CAPELINHA DE SANTO ANTONIO.

Com a 1a Missa em 07 Setembro de 2023, doravante todas as grandes juras de enamorados, todos os pedidos e promessas de uniões futuras terão uma agenda de passagens pela subida da Serra da ONÇA.

Um segundo evento e futuro será a arquitetura da instalação de um BONDINHO DA SERRA DA ONÇA, regiamente planejado por arquitetos, engenheiros, com as seguras instalações sem danificação às condições estruturais petrificadas do ambiente.

E um terceiro evento futuro, terá que ser implantado aí O FAROL DE MATA GRANDE, marco revolucionário iluminador das fronteiras geográficas de AL, PE.

O mundo vive e cresce turisticamente com essas perspectivas que carecem antes de um bem elaborado e aprovado PROJETO JUNTO À CÂMARA MUNICIPAL, e constituição de uma equipe de abonados e sérios representantes para trabalharem as possibilidades, levantamento de quais órgãos estaduais e federais poderão integrar tamanha seriedade e responsabilidades. Nunca deverá ter espaço para aproveitadores, sabotadores e ou rapinas do Erário Público. A cidade de Mata Grande ainda vive séculos de atrasos por incúrias de gestões passadas, desvios de verbas públicas e outros senões sabidos nas conversas de bar.

Um aplauso aos gestores mais esclarecidos e futuros.

quarta-feira, 11 de outubro de 2023

DONA LUIZINHA - Germano

 




 

 

 

Luiza Villar de Mendonça, este é o nome de registro da minha mãe que nasceu no dia 10.10.10 e faleceu no dia 21.04.2000. Mamãe nasceu no  Sítio  Buenos Aires, exatamente a 113 anos, onde conviveu a sua mocidade e devido a queima  do Vapor de Algodão  do seu tio José Florentino Villar, vulgarmente conhecido como Zeca Beiêr (veja matéria no dia19/05/2011 com o título AS IGREJAS DE MATA GRANDE  Igreja do Sítio  Buenos Ayres)  teve que ir morar na cidade.

Ainda muito jovem, moça muito bonita  com  feições   brejeiras, logo despertou o interesse e casou com o meu pai Balbino Alves Bezerra e juntos tiveram treze filhos dos quais somente  sete permanecem vivos;  pela ordem de nascimento: Faustino, Guilherme, Hildebrando, Germano, Helena, Valderez e  Valdeci.

 

 Após 22 anos de plena felicidade  houve a separação de fato do casal e mamãe  passou a ser a nossa única orientadora. À custa de muitos sacrifícios e ajuda dos seus  irmãos, e também do meu pai, conseguiu   educar  a todos.

 

Não possuía si quer o primário, todavia, tinha uma experiência  de vida, invejável a qualquer  cidadão. Dava-nos aulas, ensinamentos de bom viver, educação de bom  comportamento, tanto em casa como na escola e também para a boa convivência com a sociedade matagrandense . Estes ensinamentos   ainda hoje servem para  a nossa cidadania, os quais procuramos  transmitir aos nossos descendentes.

 

 À guisa de informação, vou relatar um caso:

 

Guilherme desde 1954 foi estudar  em  Satuba, depois em Barbacena-MG., e de lá foi para São Paulo, somente reaparecendo em 1967 quando casei.

Rapaz fidalgo, educado, já com os  costumes paulistanos,  conversando com Mamãe acendeu um cigarro. Prontamente, ela deixou de conversar.

Percebendo, ele  perguntou:

- É por causa do  cigarro? Ela  então  respondeu  que sim, e acrescentou:

“Se Deus  tivesse criado o homem para fumar, tinha  feito  ele  com uma chaminé na cabeça”

O meu irmão jogou o cigarro fora e nunca mais acendeu um cigarro na vista dela.

 

Esta e outras histórias nos serviam de lição e aprendizado de vida e assim todos começaram a vida profissional, trabalhando  com esmero e dedicação o que a deixava bastante orgulhosa em ter conseguido um dos seus principais objetivos, dar também educação escolar.

 

Não costumava tomar remédios e tampouco refrigerantes, tinha uma saúde invejável. Todas as manhãs tomava um banho com água  fria, não se importava se fosse na época invernosa, quando os termômetros em Mata Grande  costumam beirar os doze graus.

 

Ao completar 80 anos me disse :  - Meu  filho, a ladeira dos oitenta é muito pesada e justamente antes de completar os noventa faleceu, deixando uma  enorme lacuna.

 

Mamãe costumava dizer que nunca encontrou um  vizinho  ruim e para comprovar leia o que escreveu o poeta e escritor Walter  Medeiros, quando soube da sua partida para junto de Deus. Ele deixou  Mata Grande por volta de 1962, retornando para Natal-Rn., local onde se formou e ainda hoje reside.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DONA LUIZINHA                    (Walter Medeiros)

 

Se eu voltar a Mata Grande,

Não verei Dona Luizinha;

Disseram que ela morreu.

Dona Luizinha, a vizinha.

Mais amiga e amável

Que esta vida nos deu.

 

Eu ainda a vi, velhinha,

Lembrando os belos tempos

Em que eu era vizinho seu. 

Não por mim, por minha mãe,

A sua grande amiga,

Que também está com Deus.

 

Ela lembrava dos dias

Que a cidade começou

E que à noite era um breu.

Em meio às pedras da serra

Onde a cidade se encerra

Onde achou água e bebeu.

 

Depois, um dia, fazia,

Aquele pão com manteiga

Que a gente nunca esqueceu. 

Se eu voltar a Mata Grande,

Não verei Dona Luizinha,

Nem pra lhe dizer adeus.

 

 

 


SERRA DA ONÇA – EVENTOS

 




SERRA DA ONÇA – EVENTOS

 "Shalom do Senhor. Como mata-grandense agradeço ao Daniel Malta, bisneto do Antônio  Rodriguez Albuquerque,(idealizador da igrejinha da serra da onça) e famíliares, pela iniciativa do Projeto de Lei 198/23, que se tornou  lei nesta segunda - feira (4) como o tombamento da igrejinha da serra da onça, como PATRIMÔNIO HISTÓRICO.

 Agora NÃO se pode colocar ou fazer nada, em um raio de 20 metros da igrejinha do seu cume. Também o agradeço pela bela placa em homenagem aos 100 da construção da capelinha e pelos azulejos, com a imagem de Santo Antônio. São lindos!

Também agradeço ao sr. Germano Mendonca Alves, que sempre tinha este sonho de um dia, a igrejinha ser tombada, creio que esse projeto tenha o dedo desse excelente historiador, que o admiro e tenho todo respeito!

E aos mata-grandense ausentes, por serem uma das pedras principais, para mantermos e realizarmos alguns serviços na serra! Contem sempre comigo, para com a preservação da igrejinha e da própria serra da onça!

Deus os abençoe."

 

NOTA DO BLOG.

Texto  divulgado no Facebook.

 




sábado, 30 de setembro de 2023

CARRO DE BOIS – Germano

 




“O carro de boi é um dos meios de transporte mais antigos. Há registros do seu uso entre chineses, hindus, egípcios, babilônios, hebreus e fenícios.

Tomé de Sousa, o nosso primeiro governador-geral, ao desembarcar na Bahia trazia consigo carpinteiros e carreiros práticos para a fabricação dos carros de boi. Salvador pode ter sido o primeiro povoamento a ouvir um “cantador” por suas ruas.

Anos depois, a nascente agroindústria açucareira do Nordeste era alimentada pela cana de açúcar transportada em carros de boi. Também carregavam as mercadorias entre os portos litorâneos ou ribeirinhos e os povoamentos.

Transportou pessoas e fez as vezes de carro fúnebre, ocasião em que a lubrificação dos eixos era maior para evitar o canto triste das rodas.

Com a chegada dos “caminhões automóveis”, os carros de bois foram proibidos de circular nas grandes cidades. Em Recife, a partir de março de 1909. Maceió também aprovou lei municipal com o mesmo teor no ano seguinte.

No sertão alagoano ainda continua a cumprir papel importante em algumas comunidades.’

www.historiadealagoas.com.br

 

Aqui em Mata Grande,  ficamos localizados no alto sertão alagoano e o carro de boi ainda é amplamente usado, principalmente na zona rural.

Nas cidades de Santana do Ipanema e Inhapi, também no alto sertão alagoano, existe até um dia do ano onde vários carreiros com os seus carros de bois desfilam pelas ruas da cidade. É um evento que atrai milhares de pessoas.

No Inhapi já existe um local apropriado para que os carreiros e seus carros, bois, veículos e demais apetrechos tenham um abrigo para aguardar o grande dia do desfile. Neste local eles se reúnem para aguardar o grande dia.

 



terça-feira, 19 de setembro de 2023

SERRA DA ONÇA – Ubireval Alencar

 




SERRA DA ONÇA – Ubireval Alencar

Magistral o retoque do vídeo, com as panorâmicas de toda localização. A trilha sonora acompanhante parece desvendar um mundo de mistério que abraça todo complexo geográfico ali presente.

Lá, da altura exuberante, tem-se a impressão que ainda Deus quer comunicar-se com os novos MOISÉS, atirando-lhes as Tábuas da Lei, o decálogo ( DEZ MANDAMENTOS). E pedindo-lhes que descalcem os pés, pois esta é TERRA SAGRADA, ONDE HABITA O DEUS INEFÁVEL - O DEUS DO ALTISSIMO.

Na travessia do cenário todo verde e fértil, pequenas florzinhas nativas vieram saudar a passagem dos visitantes. Até o chamado piolho de cobra tão antigo e caminhante saudou a chegada dos viajores. Arguta percepção do cinegrafista.

A neblina e cerração que vêm habitar no período invernoso compõem a atmosfera de chegada ao umbral de um mundo fascinante, paradisíaco.

Esta é a joia maior e fonte de riqueza turística de que está embebida nossa Mata Grande e cercanias.

Bravo!! Conterrâneos de alcance maior.

sábado, 9 de setembro de 2023

UM SETE DE SETEMBRO DIFERENTE- Germano

 

Quando cursei o primário no Grupo Escolar Demócrito Gracindo em Mata Grande – Al., no dia da Independência do Brasil, desfilei  marchando nas ruas de nossa cidade com muito entusiasmo.

Quando cursei o ginasial no Ginásio Felix Moreno também desfilei, só que fazendo parte da banda. Era um orgulho imenso, pois em Alagoas desfilávamos também no dia  dezesseis de setembro, pois se comemora a independência do Estado.  Neste período estudantil, desfilamos também em cidades vizinhas como Inajá-Pe., Delmiro Gouveia, Água Branca e Olho d’Água das Flores em Alagoas, em anos alternados obviamente.

Ainda cursando o terceiro ano ginasial , me tornei profissional bancário, pois fui aprovado em concurso promovido pelo Banco do Nordeste do Brasil, S/A.

Com o decorrer dos anos passei a comparecer aos desfiles como assistente, tanto no dia sete como também no dia dezesseis de cada ano, tanto na capital do Estado como também nas cidades aonde trabalhava.  

Eis que, certa feita me encontrava em Brasília e assisti ao desfile das forças armadas brasileiras. Um encanto, me emocionei bastante.

Este último sete de setembro, foi realmente muito diferente. Me desloquei de Maceió para  Mata Grande, unicamente para assistir uma missa em homenagem aos 100 anos da inauguração da Capela da Serra da Onça.

A capela foi inaugurada no dia 07.09.1923 pelo comerciante Antônio Rodrigues de Albuquerque. Com o decorrer do tempo foi sendo esquecida e depredada. No entanto, há uns doze anos atrás, resolvemos pedir ajuda aos mata-grandenses para que fosse recuperada e pintada. Contando com  a participação de alguns, foram construídos também vários degraus o que facilitou a subida de pessoas jovens e também daquelas com mais de sessenta anos.

Os Homens do Terço da nossa paróquia, adotaram a Serra da Onça como um dos locais de retiro e religiosidade. Passaram então, anualmente, a subirem a serra com uma “VIA-SACRA” acompanhados por muitas pessoas. Número que se tornou crescente ao longo dos anos.

Este ano, face o centenário da Capela, convidaram o Padre Marcelo João e ele aceitou celebrar uma missa no alto da serra. Vale frisar que foi a primeira missa ali celebrada.

Foram feitos os preparativos como  limpeza dos matos, pintura da capela e degraus e foi tudo isto que tornou o sete de setembro de dois mil e vinte e três muito diferente.

Os Homens do Terço foram eficientes em tudo. A organização foi fantástica. A quantidade de pessoas que subiu a serra superou as nossas expectativas o que se tornou o maior evento ali até hoje realizado. As pessoas assistiram a missa com atenção e devoção ao Padroeiro Santo Antônio.  Na homilia alguns lembraram no Sermão da Montanha. A atenção as palavras do padre foi observada desde o começo.

No final, pedi ao padre para fazer alguns agradecimentos. Falou também o primo Daniel Malta, bisneto do saudoso Antônio Albuquerque que emocionado lembrou a trajetória do bisavô.

A missa, compareceram também irmãos dos Homens do Terço da cidade vizinha de Inajá-Pe., e também de outras capelas do município. De autoridades registramos a presença do Padre , do Vice-Prefeito Marcus Vinicius Barbosa de  Mendonça e do Vereador Rodolfo Soares.

Agradecemos a Deus em poder participar, também, aos valorosos Homens do Terço que com eficiência e dedicação deixaram mais um marco nos anais da história de Mata Grande.

Por tudo isto, volto a registrar, este ano tive a satisfação de viver um sete de setembro diferente.

NOTA DO BLOG.

Quem desejar ver fotos, acesse a minha página no Facebook.



 

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

TEMPOS DESOLADORES – Germano

 

A história nos conta a existência de tempos sombrios que assolam a população, uma das quais a gripe espanhola lá pelo ido século dezenove.

A gripe espanhola, foi vasta e mortal infectou uma estimativa de 500 milhões de pessoas, cerca de um quarto da população mundial na época. Estima-se que o número de mortos seja mais de 50 milhões,  tornando-a uma das epidemias mais mortais da história da humanidade.

Na atualidade  a  AIDS, a DENGUE e a CHICUCUNHA tornaram a humanidade ressabiadas e daí surgiram várias formas de evitar, como o uso da camisinha, a eliminação de águas paradas e também a eliminação dos mosquitos.

Ultimamente, em março de 2017 eis  que surge  o COVID-19 , eliminando um número  enorme de pessoas que conviviam harmoniosamente e com bastante saúde, obrigando as comunidades a viverem  reclusas em suas casas e também a usar máscara. A máscara surgiu há muitos anos, com  diversas formas e com finalidades as mais variadas possíveis. Tornou-se uma obrigatoriedade para alguns como prevenção para evitar a contaminação de bactérias.

A máscara também, evita que se veja a beleza do rosto das pessoas, bem como alegra os foliões nos bailes em épocas das comemorações carnavalescas.

  para evitar a COVID além o uso da máscara a recomendação é utilizar sempre o álcool  e lavar as mãos constantemente com água e sabão.

Não obstante as preocupações e cuidados para evitar, eis que na confraternização da vitória  na política em Mata Grande, eis que fui acometido da temível doença. Graças a Deus e a conterrânea Doutora Bertine Malta, fui medicado e apesar das sequelas estou contando a história.