quarta-feira, 18 de março de 2026

MATA GRANDE – Lucas Soares

 


Mata Grande celebra, com orgulho e emoção, seus 189 anos de emancipação política. Quase dois séculos de história se erguem sobre este chão sertanejo que, como um verdadeiro oásis, acolhe, inspira e fortalece o seu povo. Ser filho desta terra é carregar no peito um título de honra, um vínculo que atravessa gerações e que faz de cada mata-grandense parte viva deste torrão abençoado.

Entre terras férteis, serras imponentes e águas que cortam o Sertão com esperança, Mata Grande construiu sua identidade de trabalho, coragem e dignidade. Aqui, cada paisagem conta um capítulo da história; cada rosto, uma prova do esforço de um povo que transforma desafios em oportunidades. Em Alagoas, esse município se destaca como cidade vistosa, berço honrado de produção, cultura e fé.

Os 189 anos de emancipação não são apenas um marco no calendário: são um convite à memória e à gratidão. Desde as raízes profundas, simbolizadas pela árvore que marca seu nascimento histórico, até as “sementes viçosas” que hoje florescem em suas escolas, comércios, campos e lares, Mata Grande segue trilhando um caminho de progresso, glória e educação. Cada criança que aprende, cada jovem que sonha, cada trabalhador que luta, reforça a certeza de que o futuro desta terra será ainda mais grandioso.

Hoje, celebramos uma Mata Grande poderosa não pela força bruta, mas pela força do amor, da união e da gratidão de seu povo. Uma cidade que se mantém firme como símbolo eterno de pertencimento, de laços familiares e comunitários que não se rompem com o tempo nem com a distância. O que mais nos honra, ó Mãe terra tão formosa, é poder dizer com o coração cheio de orgulho: somos teus filhos, caminhamos lado a lado como irmãos, e juntos continuaremos construindo a história dos próximos anos.

Parabéns, Mata Grande, pelos seus 189 anos de emancipação política. Que venham muitos outros, com paz, desenvolvimento, respeito às tradições e esperança renovada em cada amanhecer do nosso Sertão. 🌵✨

NOTA DO BLOG:

Copiado do Facebook.

O início da povoação se deu em 1640, no entanto, é considerado 06.06.1791, mas, quando passou a Vila em 14.01.1660, a Vila já existia. A data comemorativa hoje é de quando passou a cidade em 18.03.1837.

terça-feira, 17 de março de 2026

REFLETINDO - Alcides

 

Façamos vibrar o nosso coração. Se ele se sente desprezado, tende a deixar de vibrar alegre e positivamente, sofrendo muito sob a pancadaria dos pensamentos negativos. Se isto estiver ocorrendo conosco, socorramos o nosso coração.

Procuremos dar atenção especial  a ele, fazendo-o vibrar até mesmo nas pequenas coisas, diante de um encontro fortuito, de um simples olhar de alguém, de uma notícia corriqueira, de uma paisagem, de uma manhã de sol ou de chuva, ou mesmo de uma simples conquista.

Pelo nosso querer, e pela nossa mente sempre disposta às coisas boas e à prática do bem, o nosso coração recebe uma injeção  de ânimo, de determinação, e vibra, mantendo alto o nosso astral de fé e entusiasmo.

Os balonistas, quando o balão perde altura e se vêem em apuros, jogam fora as coisas pesadas para o balão voltar a subir. Nas águas, se a embarcação ameaça afundar, os marinheiros desfazem-se do que podem para garantir a chegada ao destino.

Pois bem, assim como nos ares e nas águas é necessário que, também nós, nos desfaçamos do que nos atrapalha para nos mantermos com pensamentos altos, positivos e serenos, jogando fora lembranças amargas, raivas, ciúmes, desânimos e tudo mais que ameace nos empurrar para o precipício do negativismo e do desespero.

Iniciemos, portanto, uma semana feliz, focada no otimismo e na certeza de que a nossa mente, quando no alto, sabe exatamente o que nos puxa para baixo. Municiemos nosso coração com vibrações positivas, em favor da nossa felicidade.

 

segunda-feira, 16 de março de 2026

CARNAVAL - 2026 - Germano

 

Este ano  tivemos um excelente carnaval. Como todos sabem, na Capital  Alagoana, oito dias antes do período momesco , há o desfile de vários blocos pela Pajuçara, comandados pelo PINTO DA MADRUGADA.

Mais uma vez ficamos no apartamento da prima Clarinha de onde vislumbramos todo o desfile, retornando para casa à noite.

Na Barra de Santo Antônio, vários blocos desfilaram pelas ruas até a quarta feira de cinzas e no Bosque Rio  Mar, houve uma enorme transformação, pois o dono do carro de som, adquiriu um grande trio elétrico e com ele fez um excelente carnaval.

Relembrei bem os antigos carnavais de Mata Grande, como o carnaval do bloco do bacalhau, comandado por Joaquim de Belo.

A estrofe, “ OLHA O BACALHAU PARA MIM É UM COLOSSO, AZEITE COM VINAGRE, O SALGADO E O INSOSSO", não se apaga da minha memória.

Mas, o saudoso carnavalesco João Caju, deu continuidade a um bloco semelhante e, mesmo depois do seu desaparecimento, os seus filhos estão mantendo o bloco em plena atividade. Este ano não vi ainda nenhuma foto do bloco, mas, tão logo tenha acesso, divulgarei.

quinta-feira, 12 de março de 2026

PRIMEIROS PADRES

 

PRIMEIROS  PADRES                   

                                 

Os primeiros padres que começaram a dar assistência em Mata Grande eram chamados de padres vacantes, por assim dizer, não terem residência fixa e não serem nomeados para a paróquia. Demoravam muito pouco no local.

               Pe. Miguel Archanjo Torres, 1843 a 1844

               Pe. Lino Martir de S. José Ferreira, 1844 a 1863

               Pe. Manoel L. Mello, 1844 a 1863

               Pe. Luiz José do Oliveira Lima, 1864

               Pe. Pedro Alexandrino da Natividade Amaral, 1864 a1865

               Pe. Athanásio Gonçalves da Silva, 1865 a 1870

               Pe. José Raphael de Macedo, 1870 a 1871

               Pe. Athanásio Gonçalves da Silva, 1871 a 1872

               Pe. Floriano Belmiro Costa e Silva, 1872 a 1874

               Pe. Antônio Malaquias Ramos de Vasconcellos, 1874/81  

               Pe. Veríssimo Silva Pinheiro, 1881 a 1882

               Cônego Manoel Antônio do Valle, 1882 a 1883

               Pe. Cícero Joaquim de Siqueira Torres, 1883

               Pe. Francisco Antônio Viana, 1883 a 1884

               Pe. José de Freitas Machado, 1885 a 1888

               Pe. Antônio Malaquias Ramos de Vasconcelos, 1889/92

               Pe. Cícero Joaquim de Siqueira Torres, 1892 a 1897

               Pe. Manoel Firmino Pinheiro, 1897 a 1903

               Cônego Cícero Joaquim de Siqueira Torres, 1903 a 1905

               Pe. Manoel Firmino Pinheiro, 1905 a 1914

               Monsenhor José Nicodemos da Rocha, 1914

               Pe. Francisco Xavier de Macedo, 1914 a 1918

               Pe. Sebastião Veridiano Espírito Santo Lessa, 1919/22

               Pe. Manoel Firmino Pinheiro, 1923 a 1935

               Pe. José Bulhões, 1936 a 1937

               Pe. Dumouriez Monteiro Amaral, 1937 a 1946

               Pe. José Bulhões, 1946 a 1947

               Monsenhor Aloysio Vianna Martins, 1947 a 2001

               Pe. Josemário Silva, 1993 a 2000

               Cônego Washington Luiz Bezerra, de 2001

               Padre Gilberto Pereira de Amorim, 2011 

               Padre João Marcelo   -  Atual.                                                            

                            

NOTA DO BLOG – Copiado do livro de Waltinho.                                                                                                

terça-feira, 10 de março de 2026

REFLEXÃO - Alcides

 

Ouvimos sempre que a vida é um eterno aprendizado. Na verdade, o aprendizado da vida é infinito mesmo, pois, as lições se renovam incessantemente, e  queremos aprender sempre mais.

Por isso, ninguém é tão sábio que chegue a esgotar o aprendizado. À proporção que a sabedoria aumenta, com ela deve crescer em nós, a sabedoria em reconhecer que há sempre novas lições no currículo desta maravilhosa escola da vida.

Assumamos com responsabilidade a nossa condição de estudantes, sendo imprescindíveis que nesta jornada,  desenvolvamos as virtudes da HUMILDADE para reconhecer nossas limitações, e PACIÊNCIA para a espera dos resultados.

Já dizia o grande filósofo Sócrates, do alto do seu incontestável conhecimento: "Só sei que nada sei". Com efeito, o aprendizado não acaba jamais, como bem disse Kahlil Gibran: "Só quando se chega ao topo da montanha, é que começa a subida".

E assim é que, a cada desafio alcançado, a cada etapa da vida vencida, a escalada do aprimoramento interno está sempre começando. O topo da montanha nos mostra que o horizonte é infinito, e com ele os desafios para novas escaladas.

Mas, nos lembremos de que, nenhuma conquista trará prazer maior do que aquela pautada na humildade de reconhecer a nossa pequenez ante a bondade de Deus, nosso Criador, que nos propiciou plenas condições para alcançarmos nossos objetivos.

 

domingo, 8 de março de 2026

ENGENHOS - Germano

 

SOS ENGENHOS- Germano

sábado, 27 de outubro de 2007

MATA GRANDE RURALISTA

A nossa cidade é essencialmente dependente da economia rural e nada mais justo que se criar um tópico específico para àqueles que fazem parte direta ou indiretamente das coisas do sítio.

Aqui vamos poder divulgar atos e fatos da zona rural do município , suas dificuldades e necessidades. Participe ativamente expressando as suas alegrias, decepções, esperanças e reivindicações, quem sabe, assim, poderemos chegar aos poderes constituídos, já que os nossos representantes não se dignam, nem ao menos, procurar saber se estamos bem, na verdadeira acepção da palavra.

7 mai excluir Germano S.O.S. –

ENGENHOS DE RAPADURA em 1970 –

Existiam 38 engenhos funcionando normalmente.

1992 - Existiam 18 engenhos, alguns funcionando normalmente.

2007 - Existem 08 engenhos funcionando precariamente.

TENDÊNCIA - Mata Grande passa a ser a cidade do "já teve engenho" como tantas outras indústrias que "já teve".

OBSERVAÇÕES - A rapadura e o mel dos nossos engenhos tem sabor inigualáveis, se comparados com as produzidas no Ceará e Pernambuco.

No Sítio Almeida, existiam 08 engenhos, alcancei 03 funcionando e hoje existe apenas um que funciona às quintas-feiras, precariamente, utilizando até açúcar, para produzir seus produtos.

SUGESTÃO - Que o Prefeito ou algum dos nove vereadores promovam uma reunião com os atuais senhores de engenhos, no intuito de saber quais as suas reais necessidades e supri-las; visualizando, que um engenho funcionando, proporciona empregos diretos a mais ou menos 10 (dez) chefes de família, afora os indiretos e trabalhadores braçais que são utilizados para o plantio e tratos culturais da cana. Isto tem um retorno econômico de grande valia para o município.

HOJE – Pelo que sei, existem três engenhos funcionando pelo empenho dos herdeiros. A tendência é diminuir mais ainda. Os homens que entendem de cana de açúcar, saem para trabalhar nas usinas de  açúcar.