sábado, 11 de abril de 2026

CACHAÇA – Germano

 

CACHAÇA – Germano

História

©Getty Images

A verdadeira origem do álcool permanece envolta em mistério, mas os primeiros indícios foram rastreados até 7000 a.C., quando uma bebida fermentada foi produzida na China Antiga com levedura selvagem e mel. Na verdade, a receita mais antiga conhecida no mundo não é para comida - na verdade, é um guia sobre como fabricar cerveja!

Copiado do Wikipedia:

Cachaça, pinga, cana ou caninha é a aguardente de cana-de-açúcar produzida no Brasil. É usada no preparo do coquetel paulista mundialmente conhecido "caipirinha".

Cachaça

Seu nome pode ter sido originado da velha língua ibérica – cachaza – significando vinho de borra, um vinho inferior bebido em Portugal e Espanha, ou ainda, de "cachaço", o porco, e seu feminino "cachaça", a porca. Isso porque a carne dos porcos selvagens, encontrados nas matas de todo o Brasil — os chamados caititus —, era muito dura e a cachaça era usada para amolecê-la.

 

Na produção colonial de açúcar, "cachaça" era o nome dado à primeira espuma que subia à superfície do caldo de cana que estava sendo fervido. Ela era fornecida aos animais ou descartada. A segunda espuma era consumida pelos escravos, principalmente depois que fermentasse e também passou a ser chamada cachaça. Posteriormente, com a destilação da espuma e do melaço fermentados e a produção de aguardente de baixa qualidade, esta passou a ser também denominada de cachaça e era fornecida a escravos ou adquirida por pessoas de baixa renda.

A cachaça é uma bebida de grande importância cultural, social e econômica para o Brasil, e está relacionada diretamente ao início da colonização portuguesa do país e à atividade açucareira, que, por ser baseada na mesma matéria-prima da cachaça, possibilitou a implantação dos estabelecimentos cachaceiros.

Os primeiros registros históricos da cachaça coincidem com o rum nas possessões inglesas nas Américas, da aguardiente de caña nas espanholas e da tafia nas francesas. Ou seja, a cachaça, o rum, a aguardiente de caña e a tafia foram todas criadas a partir dos mesmos subprodutos da produção de açúcar: o melaço e as espumas.

 A descoberta de ouro nas Minas Gerais traz uma grande população de migrantes, vinda de todos os cantos do país, que constrói cidades sobre as montanhas frias da Serra do Espinhaço. A cachaça ameniza a temperatura.

Incomodada com a queda do comércio da bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe, a partir de 1635, por várias vezes, a produção, comercialização e até o consumo da cachaça. Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756, a aguardente de cana-de-açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, destruída no grande sismo de 1755. Para a cachaça, são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o literário, para manter as faculdades da Corte.

Com o passar dos tempos, melhoram-se as técnicas de produção. A cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas - o famoso quentão. Devido ao seu baixo valor e associação às classes mais baixas (primeiro, os escravos; e depois, os pobres e miseráveis), a cachaça sempre deteve uma aura marginal. Contudo, nas últimas décadas, seu reconhecimento internacional tem contribuído para diluir o índice de rejeição dos próprios brasileiros, alçando um status de bebida chique e requintada, merecedora dos mais exigentes paladares.

Atualmente, várias marcas de boa qualidade figuram no comércio nacional e internacional e estão presentes nos melhores restaurantes e adegas no Brasil e no mundo.

Esquema de um alambique

Em seguida, é realizado o processo de destilação, quando o Brix se iguala a zero. Se existirem ainda açúcares presentes no mosto, a oxidação destes compostos durante a destilação resultará também na formação de furfural e hidroximetilfurfural.

O processo de destilação pode ser realizado em alambiques de cobre ou inox (produção artesanal) ou em colunas de destilação (produção industrial), sendo que no primeiro ocorre uma melhor separação dos compostos, produzindo uma cachaça com menos compostos secundários quando comparada com a cachaça industrial.

Durante a destilação, são coletadas três frações: cabeça (15% do volume destilado), coração (60% do volume destilado) e cauda (15% do volume destilado). A composição de cada fração está correlacionada com a temperatura de ebulição dos compostos presentes no mosto.

A fração cabeça é rica em metanol e ácidos, e não deve ser comercializada nem utilizada para consumo. Na fração coração são coletados os principais compostos e mais desejáveis na aguardente. Já na fração cauda, também chamada de óleo fúsel ou caxixi, são encontrados os compostos com altas temperaturas de ebulição.

A cachaça obtida da fração coração pode ser comercializada depois do período de maturação (três meses) ou ser envelhecida em tonéis de madeiras, por um período mínimo de um ano.

Durante o período de descanso, ou maturação da cachaça, que vai de três a seis meses, ocorre a oxidação dos aldeídos, responsáveis pelo odor forte que incomoda as vias nasais.

 

“Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38% a 48% em volume, a 20°C), obtida pela destilação do mosto fermentado de cana-de-açúcar com características sensoriais peculiares, podendo ser adicionada de açúcares até seis gramas por litro, expressos em sacarose.    

 

Conforme este Regulamento Técnico, a "cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38% vol. (trinta e oito por cento em volume) a 48% vol. (quarenta e oito por cento em volume) a 20°C (vinte graus Celsius), obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar com características sensoriais peculiares, podendo ser adicionada de açúcares até 6 g/l (seis gramas por litro), expressos em sacarose" e a "Aguardente de Cana é a bebida com graduação alcoólica de 38% vol. (trinta e oito por cento em volume) a 54% vol. (cinquenta e quatro por cento em volume) a 20°C (vinte graus Celsius), obtida do destilado alcoólico simples de cana-de-açúcar ou pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar, podendo ser adicionada de açúcares até 6 g/l (seis gramas por litro), expressos em sacarose".[39]

Dia nacional da cachaça

Em junho de 2009, no 12º Expocachaça, o Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) oficializou o dia 13 de setembro como o Dia Nacional da Cachaça.

Degustação é uma avaliação que se faz da cachaça para estipular se ela é boa ou ruim. Consiste em exame visual da cachaça na garrafa e no copo, seguido do exame olfativo e depois pelo gustativo da bebida.

A cachaça em Mata Grande.

Lembro que existiam os alambiques na Rua Nova. A cachaça era produzida com o composto de álcool , água e açúcar. Colocava-se em uma barrica de madeira e com um rodo de madeira se fazia a mistura, quando alcançava 42º, era engarrafa, tampada com a tampa de lata e vendida para a população.

 

 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

JESUS, AOS 33 ANOS DE IDADE

 

Aos 33 anos de idade, Jesus foi condenado à morte.

No momento a crucificação era a "pior" morte.

Só os piores criminosos eram condenados a serem crucificados.

 

No entanto, foi ainda mais terrível para Jesus, ao contrário de outros criminosos condenados a morte por crucificação, Jesus deveria ser pregado à Cruz por suas mãos e pés.

 

Cada prego TINHA ENTRE 6 e 8 polegadas de comprimento.

Os pregos  foram incorporados na munheca Dele.

Não em Suas palmas como é comumente retratado.

Tem um tendão na munheca que estende-se até ao ombro. Os guardas romanos sabiam que quando os pregos estavam sendo cravadas na munheca o tendão se rasgaria e se quebraria, forçando Jesus a usar suas costelas para se sustentar  e pudesse respirar.

 

Seus dois  pés  foram cravados juntos. Foi assim que foi forçado a apoiar-se no único prego que amarrava os Seus pés à cruz.

Jesus não conseguiu se apoiar com Suas pernas pela dor.

Então Ele foi forçado a alternar entre arquear Suas costas, usava as pernas só para continuar seu respirar. Imagina a luta, a dor, o sofrimento, a coragem que  suportou.

 

Jesus suportou essa realidade por mais de 3 HORAS.

Sim, mais de 3 HORAS!

Você imagina esse tipo de sofrimento? Alguns minutos antes de morrer. Jesus parou de sangrar. Simplesmente estava jorrando água das suas feridas.

 

De imagens comuns vemos feridas em Suas mãos e pés e até mesmo a ferida de lança ao seu lado...

Mas nos damos conta que Suas feridas na verdade elas foram feitas em Seu corpo por um martelo.

Dirigindo unhas grandes através do pulso, os pés se sobrepõem e um prego mesmo grande martelado através dos arcos, depois um guarda romano perfurando o seu lado com uma lança.

Mas antes dos pregos e da lança, Jesus foi açoitado e cuspido, as chicotadas foram tão severas que rasgaram a carne do seu corpo. A surra tão horrível que recebeu na cara que  arrancou  parte da sua barba  do seu rosto.

A coroa de espinhos embutida profundamente no seu couro cabeludo. A maioria dos homens não teria sobrevivido a essa tortura.

 

Não tinha mais sangue para sangrar, só a água jorrando se suas feridas.

O corpo humano adulto contém cerca de 4.5 litros (um pouco mais de um galão) de sangue.

Jesus derramou todos os 4.5 litros do seu sangue; ele tinha três pregos cravadas nos seus membros; uma coroa de espinhos sobre a sua cabeça e, além disso, um soldado romano que enfiou uma lança no seu peito.

 

Tudo isso sem mencionar a humilhação que sofreu depois de levar a Cruz por quase 2 KM, enquanto a multidão cuspia em seu rosto e lhe lançavam pedras (a cruz era de quase 30 kg de peso, só para a sua parte mais alta, onde estavam as suas mãos.

 

Pregado, Jesus teve que suportar essa experiência, para abrir as portas do céu, para que você possa ter gratuitamente o acesso a Deus.

Para que seus pecados possam ser "lavados" e levados longe. Todos eles, sem exceção!

Não ignore esta situação.

Jesus, Cristo morreu por você!

Ele morreu por você!

 

É fácil passar brincadeiras ou fotos bobas por e-mail, mas quando se trata de Deus, às vezes você se sente envergonhado de avançar.

 

Porque você se preocupa com o que eles possam pensar  sobre você.

 

Deus tem planos para ti, mostra a todos os teus amigos  e dizer o  que  experimentou.

Que Deus te abençoe!

Ele disse (Mateus 10,32 e 33): " Portanto, todos que me reconhecerem eu os reconhecerei na frente do meu Pai no céu; mas aquele que me nega antes de outros, vou negá-lo diante do meu pai no céu ".

 

Confesse a JESUS como teu único e suficiente salvador. A bíblia diz: "A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Disse Jesus eu sou o caminho a verdade e a vida e ninguém vem ao pai a não ser por mim.

 

domingo, 5 de abril de 2026

NOMES DOS ALUNOS FUNDADORES DO GINÁSIO FELIX MORENO EM MATA GRANDE -AL.

 

                ALUNOS  FUNDADORES  DO  GINÁSIO  FÉLIX  MORENO     

                              

                                     TURMA - 1960

 

               Aimone Oliveira da Silva                           Maria do Socorro Malta Albuquerque                 

               Albertina Gomes Correia                           Maria Francisca Santos

               Delza Rodrigues                                    Maria Inez da Silva

               Dione Macêdo Costa                               Maria José Rodrigues

               Dulce Macêdo Costa                               Madalena da Silva

               Edvalda Lima Freire                               Maria de Lourdes Souza

               Genésio Florentino Diniz                           Maria Ranúzia Brandão

               Germano Mendonça Alves                         Maria Selma Malta Alencar

               Guiomar Coimbra Lou                             Maria Sílvia Freitas

               Helena Alves Mendonça                           Maria Socorro Gomes Brandão

               Helena Ribeiro Brandão                            Maria Socorro Malta de Sá

               Inez Ferreira Silva                                 Maria Vanda Santiago

               Ivanilda Mendonça Alencar                        Maria Vilma de Alencar

               Ivone Queiroz de Carvalho                         Maria Zita Machado de Campos

               José Anselmo Silva de Albuquerque                Maviael Zumba da Silva

               José Hélio Gomes Brandão                         Nelma Alencar                                               

               José Laurindo Prudente                             Odete Neves de Lima

               Lourival Berlamino da Silva                        Osvaldina Machado Gomes

               Lúcia Ancelina Silva de Albuquerque               Telma Lúcia Malta Vilar

               Manoel Emilson Fagundes de Morais               Rute Brandão Cavalcante

               Márcia Valéria Feitosa                              Valdete Lisboa Brandão

               Maria Augusta Correia Machado                    Veleda Quirino Freire

               Maria de Lourdes Rodrigues de Oliveira            Vera Lúcia Ribeiro Bezerra

 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

A VIDA É NOSSA - Alcides

 

A vida é nossa! Do nosso destino somos os únicos senhores, e como tal, dele devemos cuidar, e essa é a nossa missão. Cada um escolhe o caminho que quer seguir e, essa responsabilidade é intransferível.

As opiniões sobre este ou aquele assunto, que dos outros nos chegam,  podem até divergir, devemos respeitar o modo de pensar de cada um, mas a decisão é nossa.

Por isso, estejamos livres de qualquer amarra ou preconceito, porque nós não sabemos que ideia os outros fazem ou podem fazer a nosso respeito.

Criticar com o intuito de contribuir é uma coisa; criticar por criticar é faltar com a caridade. Aquele que não quer ajudar a edificar, não deve também ajudar a destruir.

Acertemos o passo e miremos no porvir, acreditando que estamos no rumo certo. O caminho pode até ser acidentado em alguns trechos, mas isso não é motivo para voltar atrás e seguir em sentido contrário.

Pisemos firmes e sigamos nossa trajetória, com segurança e sem temor. Se tropeçarmos, não tenhamos medo; se cairmos, nos levantemos, a vitória nos espera. E quem quer passar, precisa abrir seu próprio caminho.

Nesta quinta-feira, nos lembremos de que, viver bem e feliz não é estarmos com uma conta bancária cheia de dinheiro, mas sim, com o coração e a consciência repleta de amor e paz.


quarta-feira, 1 de abril de 2026

COMO SER POLÍTICO SEM SER POLÍTICO

 

COMO SER POLÍTICO SEM SER POLITICO.

Muitas pessoas creem ser necessário ser filiado a um determinado partido para atuar politicamente. Não, não é preciso.

Atuar politicamente é ser integrado à sociedade a qual se pertence.

Ao participar dos grupos de fé e política das paróquias, questionar a atuação de seu representante eleito nas três esferas de poder, seja municipal, estadual e federal. Seguir os políticos eleitos nas redes  sociais e fiscalizar efetivamente as suas ações e se comprometer com as decisões políticas do município estado e pais.

Adote um político, siga-o e mande correspondências eletrônicas pedindo prestações de contas de sua atuação política.

Você será  certamente um político sem ser político partidário.

quarta-feira, 18 de março de 2026

MATA GRANDE – Lucas Soares

 


Mata Grande celebra, com orgulho e emoção, seus 189 anos de emancipação política. Quase dois séculos de história se erguem sobre este chão sertanejo que, como um verdadeiro oásis, acolhe, inspira e fortalece o seu povo. Ser filho desta terra é carregar no peito um título de honra, um vínculo que atravessa gerações e que faz de cada mata-grandense parte viva deste torrão abençoado.

Entre terras férteis, serras imponentes e águas que cortam o Sertão com esperança, Mata Grande construiu sua identidade de trabalho, coragem e dignidade. Aqui, cada paisagem conta um capítulo da história; cada rosto, uma prova do esforço de um povo que transforma desafios em oportunidades. Em Alagoas, esse município se destaca como cidade vistosa, berço honrado de produção, cultura e fé.

Os 189 anos de emancipação não são apenas um marco no calendário: são um convite à memória e à gratidão. Desde as raízes profundas, simbolizadas pela árvore que marca seu nascimento histórico, até as “sementes viçosas” que hoje florescem em suas escolas, comércios, campos e lares, Mata Grande segue trilhando um caminho de progresso, glória e educação. Cada criança que aprende, cada jovem que sonha, cada trabalhador que luta, reforça a certeza de que o futuro desta terra será ainda mais grandioso.

Hoje, celebramos uma Mata Grande poderosa não pela força bruta, mas pela força do amor, da união e da gratidão de seu povo. Uma cidade que se mantém firme como símbolo eterno de pertencimento, de laços familiares e comunitários que não se rompem com o tempo nem com a distância. O que mais nos honra, ó Mãe terra tão formosa, é poder dizer com o coração cheio de orgulho: somos teus filhos, caminhamos lado a lado como irmãos, e juntos continuaremos construindo a história dos próximos anos.

Parabéns, Mata Grande, pelos seus 189 anos de emancipação política. Que venham muitos outros, com paz, desenvolvimento, respeito às tradições e esperança renovada em cada amanhecer do nosso Sertão. 🌵✨

NOTA DO BLOG:

Copiado do Facebook.

O início da povoação se deu em 1640, no entanto, é considerado 06.06.1791, mas, quando passou a Vila em 14.01.1660, a Vila já existia. A data comemorativa hoje é de quando passou a cidade em 18.03.1837.

terça-feira, 17 de março de 2026

REFLETINDO - Alcides

 

Façamos vibrar o nosso coração. Se ele se sente desprezado, tende a deixar de vibrar alegre e positivamente, sofrendo muito sob a pancadaria dos pensamentos negativos. Se isto estiver ocorrendo conosco, socorramos o nosso coração.

Procuremos dar atenção especial  a ele, fazendo-o vibrar até mesmo nas pequenas coisas, diante de um encontro fortuito, de um simples olhar de alguém, de uma notícia corriqueira, de uma paisagem, de uma manhã de sol ou de chuva, ou mesmo de uma simples conquista.

Pelo nosso querer, e pela nossa mente sempre disposta às coisas boas e à prática do bem, o nosso coração recebe uma injeção  de ânimo, de determinação, e vibra, mantendo alto o nosso astral de fé e entusiasmo.

Os balonistas, quando o balão perde altura e se vêem em apuros, jogam fora as coisas pesadas para o balão voltar a subir. Nas águas, se a embarcação ameaça afundar, os marinheiros desfazem-se do que podem para garantir a chegada ao destino.

Pois bem, assim como nos ares e nas águas é necessário que, também nós, nos desfaçamos do que nos atrapalha para nos mantermos com pensamentos altos, positivos e serenos, jogando fora lembranças amargas, raivas, ciúmes, desânimos e tudo mais que ameace nos empurrar para o precipício do negativismo e do desespero.

Iniciemos, portanto, uma semana feliz, focada no otimismo e na certeza de que a nossa mente, quando no alto, sabe exatamente o que nos puxa para baixo. Municiemos nosso coração com vibrações positivas, em favor da nossa felicidade.

 

segunda-feira, 16 de março de 2026

CARNAVAL - 2026 - Germano

 

Este ano  tivemos um excelente carnaval. Como todos sabem, na Capital  Alagoana, oito dias antes do período momesco , há o desfile de vários blocos pela Pajuçara, comandados pelo PINTO DA MADRUGADA.

Mais uma vez ficamos no apartamento da prima Clarinha de onde vislumbramos todo o desfile, retornando para casa à noite.

Na Barra de Santo Antônio, vários blocos desfilaram pelas ruas até a quarta feira de cinzas e no Bosque Rio  Mar, houve uma enorme transformação, pois o dono do carro de som, adquiriu um grande trio elétrico e com ele fez um excelente carnaval.

Relembrei bem os antigos carnavais de Mata Grande, como o carnaval do bloco do bacalhau, comandado por Joaquim de Belo.

A estrofe, “ OLHA O BACALHAU PARA MIM É UM COLOSSO, AZEITE COM VINAGRE, O SALGADO E O INSOSSO", não se apaga da minha memória.

Mas, o saudoso carnavalesco João Caju, deu continuidade a um bloco semelhante e, mesmo depois do seu desaparecimento, os seus filhos estão mantendo o bloco em plena atividade. Este ano não vi ainda nenhuma foto do bloco, mas, tão logo tenha acesso, divulgarei.

quinta-feira, 12 de março de 2026

PRIMEIROS PADRES

 

PRIMEIROS  PADRES                   

                                 

Os primeiros padres que começaram a dar assistência em Mata Grande eram chamados de padres vacantes, por assim dizer, não terem residência fixa e não serem nomeados para a paróquia. Demoravam muito pouco no local.

               Pe. Miguel Archanjo Torres, 1843 a 1844

               Pe. Lino Martir de S. José Ferreira, 1844 a 1863

               Pe. Manoel L. Mello, 1844 a 1863

               Pe. Luiz José do Oliveira Lima, 1864

               Pe. Pedro Alexandrino da Natividade Amaral, 1864 a1865

               Pe. Athanásio Gonçalves da Silva, 1865 a 1870

               Pe. José Raphael de Macedo, 1870 a 1871

               Pe. Athanásio Gonçalves da Silva, 1871 a 1872

               Pe. Floriano Belmiro Costa e Silva, 1872 a 1874

               Pe. Antônio Malaquias Ramos de Vasconcellos, 1874/81  

               Pe. Veríssimo Silva Pinheiro, 1881 a 1882

               Cônego Manoel Antônio do Valle, 1882 a 1883

               Pe. Cícero Joaquim de Siqueira Torres, 1883

               Pe. Francisco Antônio Viana, 1883 a 1884

               Pe. José de Freitas Machado, 1885 a 1888

               Pe. Antônio Malaquias Ramos de Vasconcelos, 1889/92

               Pe. Cícero Joaquim de Siqueira Torres, 1892 a 1897

               Pe. Manoel Firmino Pinheiro, 1897 a 1903

               Cônego Cícero Joaquim de Siqueira Torres, 1903 a 1905

               Pe. Manoel Firmino Pinheiro, 1905 a 1914

               Monsenhor José Nicodemos da Rocha, 1914

               Pe. Francisco Xavier de Macedo, 1914 a 1918

               Pe. Sebastião Veridiano Espírito Santo Lessa, 1919/22

               Pe. Manoel Firmino Pinheiro, 1923 a 1935

               Pe. José Bulhões, 1936 a 1937

               Pe. Dumouriez Monteiro Amaral, 1937 a 1946

               Pe. José Bulhões, 1946 a 1947

               Monsenhor Aloysio Vianna Martins, 1947 a 2001

               Pe. Josemário Silva, 1993 a 2000

               Cônego Washington Luiz Bezerra, de 2001

               Padre Gilberto Pereira de Amorim, 2011 

               Padre João Marcelo   -  Atual.                                                            

                            

NOTA DO BLOG – Copiado do livro de Waltinho.                                                                                                

terça-feira, 10 de março de 2026

REFLEXÃO - Alcides

 

Ouvimos sempre que a vida é um eterno aprendizado. Na verdade, o aprendizado da vida é infinito mesmo, pois, as lições se renovam incessantemente, e  queremos aprender sempre mais.

Por isso, ninguém é tão sábio que chegue a esgotar o aprendizado. À proporção que a sabedoria aumenta, com ela deve crescer em nós, a sabedoria em reconhecer que há sempre novas lições no currículo desta maravilhosa escola da vida.

Assumamos com responsabilidade a nossa condição de estudantes, sendo imprescindíveis que nesta jornada,  desenvolvamos as virtudes da HUMILDADE para reconhecer nossas limitações, e PACIÊNCIA para a espera dos resultados.

Já dizia o grande filósofo Sócrates, do alto do seu incontestável conhecimento: "Só sei que nada sei". Com efeito, o aprendizado não acaba jamais, como bem disse Kahlil Gibran: "Só quando se chega ao topo da montanha, é que começa a subida".

E assim é que, a cada desafio alcançado, a cada etapa da vida vencida, a escalada do aprimoramento interno está sempre começando. O topo da montanha nos mostra que o horizonte é infinito, e com ele os desafios para novas escaladas.

Mas, nos lembremos de que, nenhuma conquista trará prazer maior do que aquela pautada na humildade de reconhecer a nossa pequenez ante a bondade de Deus, nosso Criador, que nos propiciou plenas condições para alcançarmos nossos objetivos.