quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

UM BUSTO PARA TEMÍSTOCLES - Ubireval Alencar


UM BUSTO PARA TEMISTOCLES

Temístocles e seus matizes de seresta. Boêmio das cantorias da madrugada em Mata Grande.

 
Passava as manhãs em vigilância ao armazém, onde Júlio Verissimo e Zequinha contabilizavam as sacas de feijão, milho, algodão e farinha.

 
Temístocles adormecia as tardes por sobre sacas ou onde um remanso o fizesse abastecer-se para a noite de boemia. Pinga era seu aperitivo pós janta, um cigarro de palha derreado no beiço.

 
E se achegavam os compadres de copo, de cantoria, um violão dava os tons da seresta interminável. Varavam a madrugada indormida. Cantigas ao sabor das dores passadas, músicas dramáticas de Vicente Celestino a Nelson Gonçalves. As madrugadas de seresta exigiram um BUSTO para Temístocles.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

SOBRE A FELICIDADE- Germano




Nenhuma descrição de foto disponível.




NOTA: Escrevi algumas asneiras  sobre o tema no dia 06.11.2019, todavia, o meu genro enviou este poema assinado por Braulio Bessa e  sugeriu que publicasse no blog por ser bastante interessante.

sábado, 28 de dezembro de 2019

MORO EM MATA GRANDE - Wallison Oliveira



Moro em Mata Grande /Alagoas e vivi minha infância toda na cidade de Mata Grande. Para estudar não havia o Google, pesquisas na escola eram escritas a mão em folha de caderno ou no máximo folha de ofício e se estivessem iguais ao que estava no livro, estávamos ferrados!!!!😬.



Tínhamos tarefa de casa pra fazer e a educação física era de verdade com direito a muitas corridas no campo de futebol até ficarmos com a língua de fora! 😝. Na escola tinha o gordo, o anão, a Olívia palito, o Pinóquio, o Dumbo ,o cotoco, a girafa, a zoiuda... Todo mundo era zuado, era uma brincadeira e ninguém se queixava de bullying🙁.


Meus pais mandavam a gente ir a pé e sozinhos na bodega, a qualquer hora e sem medo e tudo que pensávamos era no chiclete que íamos comprar com o troco, o famoso "ki suco" que com $0.10 centavos nós comprávamos e era o único pó que nós conhecíamos (o de morango era o melhor
😋).


Refrigerante?? Só aos domingos ou quando "arrancávamos" um dente e olhe lá
😂, época que ser gordinho era sinal de saúde e a mãe fazia a gente comer de tudo e se fosse magro tinha que tomar Biotônico. 

Tínhamos brinquedos e não celulares, colecionávamos figurinhas, latinha e papel de carta! Cantávamos o hino nacional com a mão no peito, a tabuada era na ponta da língua, caso contrário cheirava a parede kkkk.


Adorávamos quando a professora usava o mimeógrafo e aquele cheiro de álcool tomava conta da sala, uma "overdose" que não matava.


Na rua corríamos descalços, jogávamos queimada, brincávamos de tudo: esconde esconde, pega pega, bolinha de gude, andávamos de bicicleta, soltavamos bombinha, pipa... Não importava se era negro, branco, pardo, rico , pobre, menina ou menino; todo mundo brincava junto e como era bom !!!!!
😍


Ah!!!! Que saudade dessa época em que a chuva tinha cheiro de terra molhada e adorávamos tomar banho nas biqueiras, até a chuva cessar.


Época em que a nossa única dor era quando usavam merthiolate e a única preocupação era com o boletim escolar.


Éramos felizes perante o mundo de hoje , onde as crianças só conhecem a diversão digital.

Se você também é dessa época ,copie e cole no seu mural#inesquecível♥️
🎶 Que tempo bom que não volta nunca mais🎶 , copiei e colei,!!!!! Realmente uma infância digna de um filme real👦👧👧

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

COMO ESSE MUNDO É PEQUENO - Germano




Esta é uma frase corriqueira entre nós, todavia, hoje ao fazer a minha caminhada matinal presenciei dois homens conversando, cada um na porta da sua casa. De repente um atravessou a rua pronunciando essa frase. No momento achei interessante e passei a matutar.

A minha esposa Icléa Barbosa de Mendonça, gosta de conversar e não raras vezes a vejo conversando com estranhos. E quando pergunto quem é, ela diz que não sabia, mais depois de alguns momentos se trata de uma pessoa do interior, de cidades onde já residimos ou frequentamos, que conhece um amigo nosso ou mesmo um amigo dos nossos amigos.

Caminhando, pensei, esse mundo é pequeno para alguns. Prestando atenção, fiz a caminhada pela praia encontrando muita gente e nenhuma daquelas pessoas que passavam por mim dirigiam si quer um olhar, imagine um bom dia. Como já vivo aqui na Capital há mais de uma quinzena já me acostumei também a não cumprimentar ninguém, salvo se encontrar um conhecido.

E o pensamento em meus devaneios me fez lembrar a música TRISTE PARTIDA, do saudoso sanfoneiro Luiz Gonzaga onde em um trecho diz:” Só ver cara estranha de estranha gente, tudo é diferente da terra natal”.  Realmente em minha cidade natal se sair andando pelas calçadas, normalmente chegou atrasado, pois tenho que cumprimentar muitos amigos e não raras vezes prosear por longo tempo.

Vale ressaltar que aqui em Maceió residem inúmeros conterrâneos, colegas de banco e também amigos que conheci em várias cidades interioranas. Imagino em outras Capitais de grande porte. O pensamento vai a Europa e outros continentes e cheguei à conclusão que o mundo é pequeno para alguns, mas para outros ele é enorme.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

ESTRADAS DA VIDA - Walter Medeiros


Estradas da vida



--- Walter Medeiros



Os meus gostos por coisas da natureza, sentimentos, belezas, atitudes, gestos, momentos, contemplações, mostram o meu olhar para o mundo que, mesmo não sendo somente isto, ressalta muito disto, caracterizando-me como sentimental. E pronto, como dizem alguns amigos. Mas o que desejo abordar agora é a beleza de certas cenas e paisagens que guardei vida afora, de ciência própria ou por ouvir dizer.


Quando ainda criança, tinha uma visão fascinante dos caminhos que saíam de Mata Grande. Um deles, passava pelo Almeida, sítio aonde eu ia buscar as burras alugadas pelo Dneru para meu pai trabalhar, subindo as serras de Alagoas. Para chegar até o sítio, passava-se por um riacho, um pontilhão e contemplava-se aquela bela paisagem que mostrava o fomento e as últimas casas da cidade.

Outro caminho saía para a estrada que vinha de Pão de Açúcar, no qual circulavam os caminhões, camionetas, carros menores e carros de boi, principalmente no sábado, dia de feira. No passeio que dava no carro de boi das abrobinhas, família que meu pai conheceu numa serra e que pousava na nossa casa, via um destino não tão distante; apenas do tamanho dos sonhos que sonhava junto ao aveloz do pé da cerca.


Durou pouco esse limite, pois logo fomos a Maceió, onde fiquei maravilhado com a fila de lanternas dos carros, naquela estrada asfaltada por onde chegamos à noite, de ônibus. Naquela mesma viagem vi, tomado de curiosidade, os fardos de jornais – Gazeta de Alagoas, que eram transportados pelo ônibus, para distribuição pelo caminho. Ampliava-se, então, a visão das minhas estradas.

Pouco depois veio outra estrada, essa mais fascinante ainda, pela leitura recente do poema de Manoel Bandeira, Café com pão: a estrada de ferro, pela qual viajamos de Arcoverde, Pernambuco, até Natal, voltando para a nossa terra depois de seis anos nordeste afora. Era o primeiro contato com os trens, naquela correria de sempre, onde minha mãe puxou-me pela mão na hora do embarque e meti a canela num batente, sentindo uma dor inesquecível.

Era o Brasil da RFFSA, cuja matriz de transporte foi, lamentavelmente, modificada, desde aquele tempo em que Washington Luiz, presidente, disse a famosa frase: “Governar é construir estradas”, mas que foi entendida tão somente como governar é construir estradas para automóveis. Pelos problemas que nunca foram equacionados a contento, findamos sem estradas suficientes nem de ferro nem de asfalto.

Mas, como as estradas não são somente isso, meu olhar sobre elas está naquele traçado de engenharia, que corta rochas, escava túneis e eleva pontes, para nos fazer chegar a todos os destinos. E assim veio aos meus olhos a estrada de Tangará, logo depois que aquela cidade deixou de ser chamada de Riacho. Para lá viajava frequentemente, ou andava a pé, da fazenda onde passava dias, até a cidade, para fazer compras.


Novamente as limitações mantinham a curiosidade. Como seria depois de Tangará... Como seria Santa Cruz, que não conhecia ainda, onde realizou-se um bingo, que atraiu centenas de carros de Natal e cidades vizinhas. Um grande acontecimento, na época. Mas logo conheci as estradas para Campestre e Nova Cruz. De onde a histórica estrada de ferro me levou também, um dia, para Natal, no carro restaurante, tomando café com pão.


Das ondas do rádio ouvia as belas melodias e belos versos, que falavam em estrada de Canindé, “Oh! que estrada tão comprida / Oh! que légua tão tirana...”. Versos como aqueles da dupla sertaneja que fala dessa “longa estrada da vida”. Travessia, com o “solto a voz nas estradas / já não posso parar...”. O frete, que fala em estradão, e diz: “Eu conheço cada palmo desse chão”. Além, entre outras, da sonora Estrada do Sol: “Uma estrada de flores /0 Onde a vida nos sorria”,

O tempo, a vida, continua décadas afora, e eis que chegou a hora de pegar a estrada no rumo de Recife. Depois veio Salvador, veio São Paulo, Fortaleza, Mossoró, muitas estradas por onde vi belezas e mais belezas. A estrada de Santos, a subida de Campos do Jordão, quantas estradas, quanta emoção!


Belas estradas encontramos pelo mundo. Quantas estradas em Portugal, do Algarve ao Alentejo, da rota Douro a Viana do Castelo. E aquela estrada misteriosa de Geres. Sem esquecer tantas estradas do sul da França, da Bélgica, de Luxemburgo, Suíça, Alemanha. Ali fascinam as estradas da Floresta Negra, dos Alpes, principalmente aquela que nos leva ao pé da montanha de Fell Horn.

 
Muitas dessas estradas guardei na memória, na retina, no coração. Muitas delas tenho fotografadas, por mim ou por outras pessoas, mostrando a beleza, o fascínio e a emoção de ter passado por elas. São lugares por onde desejamos passar novamente. Talvez nunca mais voltemos em algumas delas. Mas novas estradas também aparecem, renovando a nossa vida, trazendo novas e belas experiências. Por tudo isto faço esse registro. Em homenagem a tantos lugares belos por onde andei.




quinta-feira, 14 de novembro de 2019

CESAR MALTA - Ubireval Alencar



CESAR MALTA.
O último dos rebentos do glorioso Dumouriez Amaral e d. Maria de Lourdes Malta.
Viveu sua infância com a meninada de Mata Grande, em caminhadas de sítios e nos jogos de futebol, ora lá pra fazenda Jaburu. Tinha uma marca que o caracterizava, um sinal preto numa das narinas. Dizem os mitos que são indicativos de heróis futuros.
CÉSAR descendente de familiares políticos, foi o único dos irmãos que chegou a ocupar cadeira na Assembleia legislativa do Estado por dois mandatos. Nem parecia um ser ilustre ou dos tipos pedantes, quando de posse desses cargos eletivos. Sabia receber e acolher a um e outro, ora em caronas do interior para a capital e vice-versa.

Quando pós mandatos e proprietário de posto de combustíveis, ali praticamente se instalava um comitê de solidariedade em favores aos que o procuravam. Só perdia nesse ramo para Luiz Gaia, lá no centro, beco São Jose de Maceió.

Perdemos um amigo, os primos e demais familiares. Restou-nos o contentamento da convivência e bonomia do Cesar. Pessoas que vão passando ao nosso lado e ao largo com deferências e muito apreço.
Quero comungar com todos familiares esse momento de consternação pela retirada desta vida do nosso Cesar Malta. Carinho particular aos filhos, à Ângela Malta e à atual esposa devotada ao homem e marido a quem dedicou seus dias.
Repouse na eternidade dos justos, caríssimo Cesar. Para os que estamos à beira desse embarque na eternidade, soçobra a verdade maior dos que pisamos neste solo e ao pó deveremos retornar. Requiescat in pace. Descanse o sono dos que peregrinaram nesta vida e terás a alegria da presença de Deus Pai, acolhedor dos que nele tributaram a convicção de filhos de Deus.
Ubireval Alencar Guimarães.


sábado, 9 de novembro de 2019

OS CURANDEIROS MATAGRANDENSES – Germano




Quase todo sertanejo tem algo de curandeiro, basta se dizer que está sentindo algo doer para alguém ensinar um remédio que pode ser de farmácia ou mesmo de raiz, casca de pau ou vegetal.

Claro que muitos desconhecem o poder curativo dos vegetais a exemplo do alho, limão e a babosa, entre tantos outros. Os remédios farmacêuticos naturalmente tem alguma substância decorrente de vegetais.

Nas feiras livres não é raro se ver alguma banca de raizeiros com as mais variedades de raízes, cascas ou rapas de paus, folhas etc., provenientes dos vegetais da flora nordestina ou mesmo brasileira. 

Ultimamente, tenho recebido de alguns amigos verdadeiras fórmulas de “garrafadas” que dão certo, me desculpem os médicos, porém, se devidamente estudadas ou se transformarão em novos produtos para as prateleiras das farmácias ou se aplicadas no ambiente caseiro, contribuirão em muito para a permanência  de alguns remédios nessas prateleiras por um grande espaço de tempo.

O que notamos na mídia são as excelentes descobertas disseminadas por pessoas que são médicas, nelas, com exceções, existem fórmulas provenientes de frutas ou da flora existente nos mais variados recantos brasileiros. Sinal que a coisa tende a crescer.

Não podemos deixar de falar também nos rezadores que com os seus ramos e orações resolvem vários males que acometem que os procuram. Muitas vezes torna-se difícil de se acreditar, todavia, muitos habitantes tem as suas histórias para contar. Quem não lembra de Seu Manoel Bonifácio, de Chico Pelado, de Dona Maria de Seu Benício e tantos outros que no momento não  lembro?


quarta-feira, 6 de novembro de 2019

É POSSIVEL SER FELIZ? - Germano




Entramos no mês de novembro de 2019, o primeiro dia dedicado a Todos os Santos e o segundo dia dedicado aos finados. Os pensamentos devaneiam nos mistérios da vida dos que se foram. Será que viveram felizes? Não se chega a uma conclusão.

A sociedade de um modo geral acha que a felicidade está no prestígio pessoal e na acumulação de riquezas. Ledo engano. A busca da felicidade campeia por toda a existência do ser humano e sempre falta algo para a felicidade plena, pois a intolerância, as rivalidades, a inveja e o ódio sempre se sobressaem e atrapalham o viver bem e tranquilo.

Na conjuntura atual, continua cabendo  aos pais a educação dos filhos, todavia, é salutar sempre que possível, se ajoelhar e pedir a Deus que tudo dê certo

Todavia, somente   quando se aproxima a hora do último adeus, floreiam os arrependimentos por não se ter atentado devidamente aos ensinamentos de Jesus Cristo no Sermão da Montanha. Veja o que escreveu Leo Pessini;

“Eis os cinco desejos que as pessoas mais falam, quando no final de vida lembram-se das oportunidades perdidas:

1)   Deveria ter aprendido a vier mais plenamente e ser feliz. Deixei que a rotina roubasse a minha criatividade.


2)   Deveria ter cultivado mais amigos, não somente de festas, mas principalmente dos momentos de provação da vida.


3)   Deveria ter falado mais dos meus sentimentos de frustração e dor. Engoli muito lixo e isto me adoeceu.


4)   Trabalhei demais e faltou tempo para brincar e dialogar com os meus filhos e família.


5)   Deveria ter vivido a minha vida e não viver escravo de expectativas de terceiros. Sacrifiquei muitos de meus sonhos. Que lição aprender destas verdades?”.















sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A MISSÃO DE UM PAI – Germano



O pai tem a difícil missão de educar o filho. Tem que dispender de muito amor, com muita generosidade e este amor é bem grande no coração paterno, se mantém vigilante da mesma forma como uma mãe que passa noites e noites de sono, velando pela saúde de um filho doente.

Quer seja no meio familiar ou em sociedade a primeira prece de um pai é pela saúde e felicidade do filho vislumbrando um futuro digno e a perpetuação da influência da família para que a sociedade não seja tão desacreditada.

A dignidade e a ética são os norteadores dos princípios para um bom relacionamento entre a família. Baseado nisso o pai, valoriza o filho, valoriza a família mesmo aquela que tenha defeitos ou mesmo muitas virtudes.

E como um bom pai em sua missão pode se livrar dos celulares, televisões e outros meios que buscam incessantemente desvalorizar os princípios familiares? Dificilmente consegue, pois as crianças atualmente são as grandes consumidoras dos lançamentos que periodicamente divulgam. Os pais são os grandes responsáveis e poucos tomam as providências cabíveis.

Hoje mesmo ouvi o depoimento de uma mãe que disse que a única alternativa para que a filha não ficasse navegando no celular até altas madrugadas, foi desligar a internet às 22:00 horas impreterivelmente.
Nesta busca incessante pela educação do filho, o pai sabe que a felicidade nem é para sempre nem o tempo todo, pois existem as mazelas que por outro lado, buscam a sua vitória.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

COMO É SER ALAGOANO? - Luiz Enrico


COMO É SER ALAGOANO? – Luis Enrico 



SER ALAGOANO
É SER GUERREIRO
PEDACINHO QUERIDO
DO TERRITÓRIO BRASILEIRO.


VÁRIAS PESSOAS ALAGOANAS
NASCERAM AQUI OU ALI
MARTHA, PEIXOTO, ZAGALO
ROBERTO FIRMINO E ZUMBI.


AQUI EM ALAGOAS
TEM CADA CIDADE ARRETADA
DOIS RICHOS, MACEIÓ
PENEDO E ARAPIRACA.

A NOSSA CULTURA
SÓ TEM FOLIA
CARNAVAL E FREVO
É A NOSSA ALEGRIA.

O MAIOR ESPORTE
TAMBÉM NÃO PODE FALTAR
AQUI EM ALAGOAS
TEM CRB E CSA.

ESSE É O CORDEL 
DA NOSSA TERRA BRILHANTE
DA NOSSA ESTRELA ALAGOAS
DA NOSSA ESTRELA RADIANTE.

NOTA: Luis Enrico é o meu neto caçula, tem 11 anos. 
Germano.