domingo, 10 de maio de 2020

O DIA DAS MÃES DE 2020 - Germano


Hoje é o dia das mães, a data comemorativa surgiu nos Estados Unidos no dia 12 de maio de 1907, para homenagear a todas as mães vivas e falecidas e teve grande adesão do povo americano.No ano de 1913 o Congresso oficializou a data, estabelecendo o segundo domingo do mês de maio para esta grande comemoração.



Quem criou o Dia das Mães foi a americana Ann Jarvis como uma forma de homenagear sua mãe, O trabalho de Anna Jarvis fez com que um memorial em homenagem a ela fosse realizado em maio de 1908, esse foi o primeiro Dia das Mães.



A popularização dessa data nos Estados Unidos, foi posteriormente aceita pela maioria dos países, inclusive no Brasil que passou a comemorar a partir do dia 12 de maio de 1918. Os historiadores falam que a primeira celebração do tipo aconteceu aqui em 12 de maio de 1918, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.



O memorável Presidente Getúlio Vargas,  emitiu o Decreto n. 21.366 de 05 de maio de 1932 sancionando o Dia das Mães, para ser festejado também no segundo domingo de maio e hoje é uma das datas comemorativas mais importantes no Brasil , pois é o dia para se comemorar as virtudes e sentimentos do maior amor existente no coração de uma mulher, o amor materno.

Quem tiver a sua mãe ainda viva, não deixe de prestar a sua homenagem e quem como eu , cuja mãe já está no Paraíso Celestial, resta a oração e a saudade.

É bem verdade que muitos empecilhos afastam os filhos das mães, dificultando a homenagem pessoalmente, alguns devido a necessidade de trabalhar o que motiva distâncias quilométricas, todavia, este ano tem um terrível vírus rondando os humanos que, vai dificultar a homenagem com um beijo e um abraço na mãe querida.









 

sexta-feira, 8 de maio de 2020

SOBRE OS FELIZES... - Alcides




Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.



O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.



O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.



Escrevo essa crônica, grato e emocionado, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho...



Desejo uma vida repleta de sabedoria para que ela nos conduza à verdadeira felicidade, que na maioria das vezes está muito perto mas que muitas vezes não conseguimos reconhecer.


terça-feira, 21 de abril de 2020

BOLEIRO - Germano

                                        Edinho, filho de Bolero que me deu as informações.


Sebastião Luiz Silva, era  o nome dele, paraibano de Princesa Izabel que no ano de 1933, em plena seca iniciada em 1930 , chegou a pé a cidade de Mata Grande, quando tinha 17 (dezessete) anos, juntamente com os irmãos Manoel Luiz Pinto (este foi um atuante vereador), Francisco e  Francisca Luiz Pinto.


Adquiriu a alcunha de Boleiro, devido a venda de bolos todas as tardes pelas ruas da cidade,  fabricados pela mãe do saudoso Padre Aloysio.


A hoje cidade de Inhapi, era um povoado pertencente ao município e ele consegui um emprego no cemitério, vinha todas as noites caminhando  a fim de receber aulas de músicas, daí, ter se classificado como o maior trombonista do Estado de Alagoas.


Face esta classificação, aconteceu um fato memorável em sua trajetória. Por ser um excelente músico, certa feita, recebeu a visita de um maestro da Polícia Militar do vizinho Estado de Pernambuco que lhe fez uma grande oferta.  Convidou-o para ingressar na Polícia com a patente de primeiro sargento e ser integrante da Banda de Música da Polícia  Militar. O convite foi recusado por dedicação a cidade de Mata Grande que tão bem o acolheu.


Com o decorrer do tempo adquiriu a profissão de músico e também de pedreiro, tendo criado e educado todos os seus quatorze filhos, inclusive José Edson da Silva, o popular Edinho, que me concedeu esses dados .


Por entender muito de música, por que apesar do pouco estudo, tinha um bom ouvido, então criou  uma escola, tornando-se também um grande professor. Alguns rapazes da época adquiriram os seus instrumentos e uma banda de sopros foi criada, além de um conjunto musical onde um dos cantores era o meu cunhado Itarcy Brandão Barbosa.


Boleiro faleceu com 78 (setenta e oito) anos de idade  aqui em Mata Grande no ano de 1994, onde está sepultado no cemitério local.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

A VENDINHA DE DONA FRANÇA - Ubireval Alencar


                                         A venda de Dona França era nesta esquina.


Só recordo de uma singela venda numa esquina confrontando -se com o clube Paz e Amor, à direita, em frente o Fomento quase em abandono, à esquerda casinhas pequenas enfileiradas descendo para o Ripitete, e a vastidão de um vale verde no tempo das chuvas, com serras decoradas com gado pastando. 


     Prédio do Fomento em Frente ao Paz e Amor Clube.


Nos fundos da "vendinha" que expunha frutas, guloseimas, um muro alto impedia a visão de fruteiras, guardadas a sete chaves.
Dali vinha o sustento de DONA FRANÇA .
Que eu saiba? Só a tia Malvina Alencar quando vinha de Penedo a visitava.

                                         Lugar aonde era o Sítio de Fruteiras.



Uma voz forte numa senhora sem riso fácil pra desconhecidos. Personalidade firme e (me parece em viuvez).


Nunca Se Soube de registro de pequenos furtos de crianças da redondeza. E havia inúmeros por perto. A "venda"/ loja vivia aberta e muitas vezes solitária. Dona França devia cuidar do alimento até que chegasse freguês.

 
Só o interior, com gente ordeira por natureza registra essas façanhas.

 
Dos filhos Emilson, João, guardo o ar e a beleza de uma moça Gleide, parece, não sei se neta ou filha de D França . Não acompanhei a partida de dona França pra eternidade.

terça-feira, 7 de abril de 2020

ADELMO VILLAR - Elvis Correia





Por entender que este grupo tem por objetivo relatar acontecimentos importantes da nossa cidade, relato o fechamento da última venda histórica de Mata Grande, que encerra suas atividades com o falecimento do seu ilustre proprietário ADELMO VILLAR em 05/04/2020 de causas naturais. Posso dizer com certeza que se foi o último comerciante raiz da nossa cidade.



Logo pela manhã, por volta das 5h, ele descia pelas ruas em sua Caravan, que já era conhecida pelo seu barulho característico, passava na sua venda e subia para o colosso, era a garantia que ao amanhecer tinha leite de seu rebanho na venda para seus clientes.



A data de abertura que consta na internet é de 1986, ou seja, 34 anos funcionando. Era uma venda que mantinha as tradições, as contas eram registradas em folhinhas que eram apregoadas juntas a outras do cliente, todas as contas eram feitas à mão com caneta, e para mostrar que estavam corretas seu Adelmo tirava a prova e mostrava ao cliente.




Era ponto de encontro dos seus amigos, todos os clientes eram brindados com histórias de suas vivências e aventuras como caminhoneiro, ou das histórias de seus amigos que já tinham partido ou algum fato marcante da nossa cidade, como a chacina dos Maltas.




As 8h as portas do lado esquerdo do seu prédio eram abertas sinalizando que a venda já começava a atender, mesmo com a saúde debilitada vinha com dificuldades se apoiando em suas muletas para abrir o seu ponto comercial.

Partiu deixando boas lembranças em quem como eu teve a oportunidade de sua convivência.


domingo, 5 de abril de 2020

A AMARGURA - Germano






Segundo Augusto Miranda, Amargura é um substantivo feminino que quer dizer: sabor amargo, angustia, dor, tristeza, aflição, acrimônia, azedume.


Já falamos sobre alguns desses nomes, todavia, é sempre salutar relembrar que o sofrimento de um homem amargurado, causa piedade. E quando sentimos piedade de um ser humano é por que a coisa para ele está fora de controle.


Maria Sergio Cortella, um escritor de renome assim falou sobre o tema:


“Existem pessoas que ficam felizes com a obra realizada, mesmo que cada etapa tenha sido árdua, tenha demandado um trabalho imenso. Elas não ficam felizes o tempo todo durante a execução, mas sabem que o resultado vai lhes felicitar porque ali elas têm fertilidade. 


Olhar a obra concluída faz florescer a sensação de felicidade. Mas é um lampejo. Dá orgulho, mas não deve dar soberba. E o que nos felicita muitas vezes é o orgulho da autoria, seja do livro,  do prato, do desenho, da pessoa, da educação dos filhos.


Há pessoas que bloqueiam a passagem desses momentos em que é possível ser feliz. E essa é uma das questões mais sérias da vida.


Tem gente que vive numa amargura tão grande que se habitua e, mais do que isso se compraz na amargura.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

O DIA DA MENTIRA – Germano






Hoje é o dia primeiro de abril, conhecido mundialmente como o dia da mentira, comemora-se espalhando  boatos   e fazendo os outros de tolos. Dizem que surgiu na  França.

Lá o ano novo era comemorado no dia 1 de abril e quando foi criado o calendário gregoriano o Rei Carlos IX mudou para 1  de janeiro. Os franceses resistiram e  passaram a brincar inventando convites para  aniversários que não existiam.

Ingleses, franceses e italianos gostaram da  brincadeira de ridicularizar os semelhantes e  assim, instituiu-se o dia da mentira.


No Brasil começou em Minas Gerais com a notícia de que Dom Pedro tinha falecido e os alemães trouxeram  a comemoração para o Rio Grande do Sul, lá, eles mandavam o amigo executar tarefas sem fundamento ou mesmo levar informações sem nexo para outra pessoa.


Agora vamos relembrar como era o dia da mentira aqui em Mata Grande. Logo pela manhã, saíamos as ruas inventando boatos e mentiras que as pessoas desavisadas acreditavam.


Uma das que lembro e ficou famosa foi inventada pelo soldado Augusto:

O meu pai Balbino Alves Bezerra, tinha uma padaria na Rua Ubaldo Malta e o meu tio José  Lúcio uma mercearia na Rua 5 de Julho. Augusto foi a padaria e disse ao meu pai que o irmão dele José Lúcio  amanheceu morto. Correu e foi a mercearia de José Lúcio e disse que  Balbino tinha  falecido. Os dois foram se aprontar e saíram, quando  se encontraram no meio da rua, já chorando... se abraçaram dizendo: Meu irmão você está vivo?  Foi aí que caíram na real do engodo. Pense na raiva e na gozação que tiveram de admitir.






segunda-feira, 30 de março de 2020

A ESCOLA MODERNA – Germano






Esta semana tive a grata satisfação de ler uma publicação efetuada pela contemporânea do Ginásio Felix Moreno, Maria Francisca, hoje professora aposentada.

O texto era de uma professora ensinando uma criança soletrar a palavra COLGATE:

C mais O mais L = COL

G com A = GA

T com E  = TE.

Até aí tudo bem, todavia o professor perguntou o nome todo juntando as letrinhas. A criança prontamente respondeu: PASTA DE DENTE.



Então fiz um comentário: No nosso tempo, com uma resposta desta, levava uma reguada ou mesmo meia dúzia de  bolos de palmatória. Era só estirar a mão.



Como a educação  mudou. Os jovens estão vulneráveis, não obstante as facilidades para as matrículas nas faculdades. É difundido que mais de cinquenta por cento não concluem si quer o ensino médio, devido as repetências e a evasão que provoca o abandono dos estudos e aumenta a exclusão social.



Leiam abaixo o que escreveu a professora Andrea Serpa.



"Fico pensando se as famílias dessas 3.400 pessoas, que sequer irão poder enterrar seus mortos, ou as 33 mil famílias infectadas estão preocupadas com o “ano letivo”, com o “dever de casa” de seus filhos...

Sou professora. Trabalhei com Educação a vida inteira. Acredito na importância da Educação. Mas, sinceramente? É preciso dimensionar a importância das coisas em cada momento.



As crianças estão confusas, assustadas, angustiadas, apreensivas tanto quanto nós, as vezes mais, porque as pequenas não compreendem bem tudo que está acontecendo.



Pais de classe média preocupadíssimos com o “conteúdo escolar”, entendo, mas agora é hora de investir no “conteúdo humano”. Cozinhe com elas, arrume a casa com elas, ensine-as sobre higiene e cuidados com a saúde. Cante com elas, conte histórias, faça pipoca e compartilhe desenhos e filmes, converse sobre eles, leiam juntos, rezem juntos...



Aproveite para conhecer seu filho. Saber o que sente, o que pensa, quem é essa pessoinha que você leva e traz da escola, natação, balé, inglês todos os dias ...

Mostre fotos antigas de sua infância. Deixe que elas conheçam a história de quem é esse adulto que as leva e traz!



Existem muitos “conteúdos” que podemos aproveitar para desenvolver nesse período de crise e reclusão, essenciais para a formação desse ser humano. Conteúdos que andam bem negligenciados ultimamente.



Pode deixar que depois ensinaremos a eles as frações, expressões numéricas, pronomes e orações subordinadas adversativas - como se deve e não nessa farsa à distância - e ele seguirá o curso normal de sua vida.



Daqui a alguns anos você vai lembrar da pandemia, da quarentena, da insegurança e da angústia. Mas seu filho poderá se lembrar como *o melhor tempo que passou com os pais*! Depende de você."

Andrea Serpa

20/03/2020




domingo, 29 de março de 2020

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO - Germano


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos é acompanhada da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam. E quando falam, passam longe das fofocas, das pequenas maldades ampliadas nas conversas boca a boca.

É fácil identifica-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas de postos, atendentes de laboratórios e hospitais ou mesmo a um gari.

E ainda, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros e também nas pessoas pontuais, pois sabemos que, a pontualidade é uma característica das pessoas de responsabilidade e quem é responsável, normalmente, é elegante.

A pessoa elegante sempre demonstra interesse por assuntos que desconhece, presenteia, conversa e dá atenção aos semelhantes mesmo fora das datas festivas e cumpre o que promete.

É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o quanto você teve que se arrebentar para o fazer...

Quem é dotado de elegância não muda seu estilo de vida e retribui com carinho e solidariedade até uma rejeição. Tem consciência que sobrenome, joias e nariz empinado não levam a nada.

Portanto, procure sempre ser gentil e a sua elegância de comportamento será notada pelos seus semelhantes.






quarta-feira, 25 de março de 2020

TER SENSO DE GRATIDÃO – Germano






Uma das coisas mais belas do mundo é o amanhecer do dia, com o sol em suas mais variada cores que a aurora proporciona. Todavia, algumas pessoas não lembram de agradecer a Deus pelo dom da vida. No Evangelho, Jesus disse: Eu quero que todos tenham vida e vida em abundância”. 

Neste contexto temos que pensar na felicidade que nem sempre proporciona os excessos desejados em ter tudo. Basta que haja conformidade com o que rodeiam as pessoas como um trabalho digno, saúde, amor e bem estar.

Pelo bem estar, vamos repensar; não é igual a felicidade, pois você pode estar dirigindo um belo automóvel e não estar feliz, daí podermos dizer que a felicidade pode ser a abundância de vida e que nem sempre a euforia por dirigir um automóvel traz a felicidade plena.


O início da gratidão começa quando aprendemos a agradecer a Deus por tudo que acontece em nossa vida, Ele não cobra nada, tudo é de graça, sem nenhuma contra partida, entretanto, tem um valor incomensurável.

Então, a pratica da gratuidade deve se estender aos nossos pais pelo grande amor dedicado, aos professores que nos ensinaram as primeiras letras. Agradecer também pela confiança adquirida, pelo fracasso sofrido, pela companheira e pelos amigos e amigas existentes.


Certa feita ouvi a história da rosa que diz: “nada é mais bonito que ver, em um jardim, em pleno  amanhecer, uma rosa orvalhada refletindo os raios solares, todavia, se você apertar o caule a sua mão sangra”.

Face ao exposto, vamos incluir em nossas orações o agradecimento  a Deus, pela rosa da vida, mesmo que, com os pequenos sangramentos surgidos no dia a dia.