segunda-feira, 3 de outubro de 2022

ILUSÃO – Germano

 

A ilusão é um substantivo feminino que  quer dizer:  “erro de percepção ou de entendimento; engano dos sentidos ou da mente; interpretação errônea ou mesmo um efeito artístico produzido pelo ilusionismo.”

O ser humano gosta de criar ilusões para a sua vida, mesmo sabendo que poderá sofrer com as decepções que o futuro reserva. Costuma enaltecer e alimentar as suas fantasias  sem aceitar que a verdade o fará sofrer.

Acredita ser irrepreensível e sempre que pode tenta controlar a vida dos familiares, coisa que o torna criticável e faz com que os  demais membros  se afastem dele.

Mata Grande – Al., 03 de outubro de 2022.

 

 

 

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

AS ESTAÇÕES – Germano

 


                    Uma flor de açucena cheirosa do meu jardim

Mais um mês de setembro, mais um mês em que adentramos na estação das flores, que segue do  dia 22 de setembro até o dia 21 de dezembro.

O ano é dividido em quatro estações: Verão, Outono, Inverno e Primavera, sendo que, a primavera, é sem sombras de dúvidas a estação onde as flores aparecem com mais intensidade, dando um colorido especial as paisagens dos campos e também nas ruas das cidades.

No Brasil existem diferenças devido a extensão territorial, é tanto que em nosso amado nordeste, praticamente, só notamos mais as estações do verão e a do inverno. Porém a primavera chama a atenção justamente pela floração das árvores, haja vista que no inverno o frio interfere no desenvolvimento das flores.

Por isto, a primavera é uma das estações mais esperadas, não só pela floração, como também pela mudança da temperatura, pelo aumento das ventanias e pelas belíssimas auroras vislumbradas durante o nascer do sol.

Até os animais sentem a mudança, pois saem das tocas, tanto para se aquecer como também para se reproduzir.

No alto sertão alagoano, costumamos dizer que no mês de agosto, quando normalmente cessam as chuvas do inverno, as cobras aparecem com abundância, daí temos que aguçar os sentidos quando andamos a pé nas estradas da zona rural.

Barra de Santo Antônio – Al., 23 de setembro de 2022.

 

 

 

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

DIA DA INDEPENDÊNCIA – Germano

 



 

Por ocasião do último dia sete de setembro, participei da manifestação ocorrida na capital do Estado. Uma multidão enorme acompanhando os vários trios elétricos. Um desfile de motos, tratores, cavaleiros, caminhões e vários automóveis abrilhantaram o evento.

 

Para surpresa geral surgiu no mar uma onda de jet-ski com seus pilotos desfilando  no mar dando um verdadeiro espetáculo à parte, tornando a manifestação por terra, ar e mar. Ficou muito bonita.

Mas uma coisa me chamou a atenção,  avistei uma conterrânea participando e relembrei o tempo em que ela, bem mocinha encantou a todos, como baliza, em um desfile estudantil em Mata Grande.

Consequentemente fiz uma análise de como as coisas mudaram. Antes, no dia sete de setembro haviam os desfiles militares e os desfiles estudantis, onde garbosamente desfilávamos para o encanto da população. Algumas vezes desfilei em Água Branca, Olho D’Água das Flores e em Inajá no vizinho estado de Pernambuco.

Um ano atípico este 2022, a coisa com tendências políticas transformaram o evento e naturalmente aceitamos e participamos sem se dar conta das mudanças transformadoras do futuro.

 

Barra de Santo Antônio -Al., 08 de setembro de 2022.


sábado, 10 de setembro de 2022

SOBRE OS FELIZES... - Alcides


Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

 

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

 

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

 

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

 

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

 

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

 

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

 

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

A AMARGURA - Germano


 

Segundo Augusto Miranda, Amargura é um substantivo feminino que quer dizer, sabor amargo, angustia, dor, tristeza, aflição, acrimônia, azedume.

Já falamos sobre alguns desses nomes, todavia, é sempre salutar relembrar que o sofrimento de um homem amargurado, causa piedade. E quando sentimos piedade de um ser humano é por que a coisa para ele está fora de controle.

Mario Sergio Cortella, um escritor de renome assim falou sobre o tema:

“Existem pessoas que ficam felizes com a obra realizada, mesmo que cada etapa tenha sido árdua, tenha demandado um trabalho imenso. Elas não ficam felizes o tempo todo durante a execução, mas sabem que o resultado vai lhes felicitar porque ali elas têm fertilidade.

Olhar a obra concluída faz florescer a sensação de felicidade. Mas é um lampejo. Dá orgulho, mas não deve dar soberba. E o que nos felicita muitas vezes é o orgulho da autoria, seja do livro,  do prato, do desenho, da pessoa, da educação dos filhos.

Há pessoas que bloqueiam a passagem desses momentos em que é possível ser feliz. E essa é uma das questões mais sérias da vida.

Tem gente que vive numa amargura tão grande que se habitua e, mais do que isso se compraz na amargura.”

Portanto, meus caros leitores, elevar o pensamento para o Alto e agradecer sempre pelas realizações pessoais concretizadas ao longo da vida. Não importa que sejam pequenas, mas que promovam a felicidade pelo esforço dispendido.

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

SAUDADES DE MATA GRANDE-José Walter de Sousa

 

DOMINGO, 17 DE ABRIL DE 2011

SAUDADES DE MATA GRANDE-José Walter de Sousa

SAUDADES DE MATA GRANDE AO MATAGRANDENSE

Escritor: Li seus comentários a respeito de Mata Grande , onde você cita os nomes das fontes de cima, fonte de baixo, e relata que alguém retirava água para vender e ganhar alguns trocados.

Gostei de ver, porque me fez lembrar os tempos em que muito jovem fiz este trabalho. Retirei água não só da fonte de cima, da fonte de baixo, como também da fonte do mandacaru, do tanque que existia atrás do bar de Noca o rei do picolé, nesta cidade.

Tirei muita água da fonte do Cumbe, a qual situada na encosta da Serra da Onça. ali próximo tomávamos banho na represa do Sr. Rodrigues Malta.

Ainda guardo na memória pessoas com quem convivi, e mantive contatos como: Sr. Vergílio e Dalvino Alencar, a sua esposa Zuleide, Vieirinha com seu bar, Jarí com seu cinema, Luiz Catú com sua loja de tecidos, Luiz Brandão também com sua grande loja de tecidos etc.

Havia ali bem próximo ao bar de Noca, uma vendinha do Sr. Balbino, muito querido na cidade, como também Seu Manezinho que residia na rua da feira de cereais. Ah seu Olímpio com sua vendinha, Popó dona Rute, Paulo Ricardo, com sua fábrica de refrigerantes ali bem próximo do seu Elias, que tinha também uma venda.

Não poderia esquecer o Sr. Panta Leão, dono da famosa padaria que com o decorrer dos tempos passou a ser de Quinquinha. Ah o Gago de Antônio Binga, que moravam entre o açougue o famoso fomento, o antigo cinema de Jarí etc.

Lembro ainda da dona Lica, seu Zé Lúcio, Laurentino com suas filhas Salete e Vanda, o velho guerreiro João Natas, ambos com suas fábricas de bebidas. O Sargento João Belo, Joaquim Belo, o Sr. Antero, grande ferreiro e caçador. Sr. Temista, dona Ana Rosa, dona Francina e sua Irmã dona Luizinha, com seus filhos Guilherme, Idelbrando, Você “Germano”, Valderez, Helena, e Valdeci suas manas.

Por outro lado lembro algumas pessoas que foram muito importante para mim como: O Dr. Eraldo, o ex-prefeito Cristiniano Forte Nunes e sua esposa dona Lourdinha que foi minha professora, seus entiados Juarez e Zarema meus colegas de escola. Minha grande amiga Zita filha de Otacílio sapateiro, com quem fiz o curso de dactilografia. A professora Francisca, dona Rute esposa de Popó, a professora Nina, filha do Sr. Manoel Pinto, a Édina filha de Borge o policial, não esquecendo o Sr. Manoel Tributino lá do Mandacarú, o Sr. Manoel e Quinca Pistola donos de engenho de cana.

Havia o Sr. João Zumba, José Bezerra, Miguel Belo marido da dona Dona. O Sr. João Félix, pai do Jaime (vulgo Morreu ) Seu João Vilar, o próprio Vilar, o seu irmão Laerço, e Adelmo. Já ia esquecendo o Sr. José Bezerra o (Guarda) sua esposa dona Cristina e seus filhos, a Clemilda, o Etinho e seu mano Valter. Lembro-me ainda de dois colegas de escola, Djalma e Washington, ambos filhos do Sr. Antonio Cândido.

E mais havia o grande homem de voz mansa e calma de cor morena e amigo de todos, o qual não deixaria de ser ele o velho batalhador o Sr. Manoel Cumbá.

Assina: O José Valter de Souza ( 12 - 04 - 2011 )

 

sábado, 13 de agosto de 2022

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA


INÍCIO DAS APARIÇÕES

Em 1917, Nossa Senhora de Fátima profetizou aos três pastorzinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta, que, se a humanidade não desse ouvidos aos apelos que Ela vinha fazer, começaria uma segunda guerra mundial pior que a primeira e que a Rússia espalharia seus erros pelo mundo.

O que de fato aconteceu: a segunda guerra ocorreu de 1939 a 1945 e a revolução comunista na Rússia eclodiu um mês depois da sexta aparição.

Nossa Senhora vinha pedir a conversão, pois, do contrário, duras perseguições se desencadeariam contra a Igreja e a mão de Deus puniria a terra por sua infidelidade.

Qual caminho a humanidade seguiu? Todos nós sabemos.

Entretanto, por cima destas previsões mais catastróficas, Nossa Senhora anunciou um sol de esperança:

“Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará.”

Nossa Senhora de Fátima:

As profecias de Fátima são, antes de tudo, palavras de confiança e de certeza da vitória. Não é o anúncio do fim, mas a aurora de uma nova era histórica.

Esta era histórica virá como uma grande misericórdia. O triunfo d’Ela é o triunfo de Cristo. É o Reino de Maria no Reino de Cristo!

13 de Maio de 1917

PRIMEIRA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Um dos mais marcantes fatos de nossos tempos deu-se no começo do século XX, no dia 13 de maio de 1917, quando Nossa Senhora se manifestou aos três pastorzinhos, pedindo orações e sacrifícios em reparação pelos pecados cometidos contra Deus e pela conversão dos pecadores. Recomendou também que rezassem o Terço todos os dias.

13 de Junho de 1917

SEGUNDA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Por ocasião da segunda aparição, Nossa Senhora revela que levaria em breve Jacinta e Francisco, mas Lúcia ficaria por mais algum tempo, sendo instrumento para tornar Nossa Senhora mais conhecida e amada. Revelou também o desejo de seu Divino Filho de se estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração d’Dela.

13 de Julho de 1917

TERCEIRA APARIÇÃO: "ISTO NÃO O DIGAIS A NINGUÉM"

Foi na terceira aparição que Nossa Senhora revelou-lhes o famoso “Segredo”, nas suas 3 partes, ordenando que não contassem a ninguém. Anunciou também que no mês de outubro faria um milagre por onde todos acreditariam nas aparições.

19 de Agosto de 1917

QUARTA APARIÇÃO: A PROVAÇÃO DOS PASTORZINHOS

A quarta aparição foi assinalada por inúmeros acontecimentos que marcaram profundamente a vida das crianças: Seus pais foram intimados pelas autoridades locais, o padre local não lhes dava crédito, foram elas submetidas a exaustivos interrogatórios, sequestradas, ameaçadas de morte e até mesmo ficaram presas em uma cadeia pública junto com outros detentos!

 

No dia marcado para a aparição não puderam comparecer, mas nem por isso Nossa Senhora de Fátima deixou de visitá-los dias depois em outro local, onde pede novamente que rezem muito pelos pecadores, porque “vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.”

Quer saber mais? 13 de Setembro de 1917

QUINTA E PENÚLTIMA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Na quinta aparição recomendou que continuassem a rezar o terço para o fim da guerra, disse que Deus estava contente com os sacrifícios dos pastorzinhos e reafirmou que faria um milagre em outubro.

13 de Outubro de 1917

ÚLTIMA APARIÇÃO: "EU SOU A SENHORA DO ROSÁRIO"

Na última aparição, Nossa Senhora revelou-Se como sendo a Senhora do Rosário, pediu que fizessem uma capela no local em sua honra, que rezassem o terço todos os dias e profetizou que a Guerra terminaria em breve.

Realizou também diante da multidão o milagre anunciado: o Sol começou a bailar, várias pessoas foram curadas e as roupas ensopadas pela chuva que caíra caudalosamente antes da aparição estavam completamente secas.

NOTA: Trechos copiados da internet.

 

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

RAPADURA – Germano


 



No dia 04 de agosto de 2022, a TV Gazeta de Alagoas, divulgou uma matéria sobre a rapadura. Achei interessante e quem é mata-grandense sabe muito bem o gosto que ela tem.

Quem não lembra dos engenhos que fabricavam  a rapadura, o alfenim, o melaço, enfim os mais variados ingredientes, como a rapadura com coco, o café torrado em casa com rapadura?

Até um ditado popular existe:


” RAPADURA É DOCE MAIS NÃO É MOLE”.


Ela tem um doce peculiar, é fabricada em  engenhos de pequeno porte, com a forma de tijolinhos o que facilita o transporte pelos vaqueiros nos seus alforjes e também em sacos para vender nas feiras semanais.

A sua produção depende da cana-de-açúcar que era moída de forma empírica, cujas moendas eram puxadas por bois mansos. A garapa, hoje em dia chamada de “caldo de cana “ era fervida em  cinco tachos de cobre que a medida que o caldo  ficava consistente, ia mudando do primeiro ao quinto, depois  era resfriado em um recipiente de madeira. Daí surgia o melaço, a cana melada, o alfenim e  por   fim,  colocada nas formas, também de madeira, que ao secar, forma a verdadeira rapadura.




O nordeste brasileiro detém os melhores engenhos, como poderemos citar os de Triunfo- Pe., Barbalha no Ceará e em nosso Estado se destacam Água Branca e Mata Grande como as melhores e mais saborosas rapaduras.

Vale registrar que em Água Branca- Al os donos de um Engenho, construiu ao lado, um excelente restaurante e inovou uma nova guloseima: O sorvete  de rapadura e não satisfeito, criou Sorvete de Rapadura Frito que tem agradado aos mais exigentes paladares. Já provei e recomendo.

Na reportagem da televisão, o assunto principal foi o Pudim de Rapadura, uma guloseima criada na cidade de  Serra de São Bento , no estado do Rio Grande do Norte. Agora deu vontade de ir provar, pois adoro um pudim e sendo de rapadura teve  ter um sabor dobrado.

 

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

CRISTINIANO FORTES NUNES - Germano

 





Era conhecido pelo nome de Cristo. Nasceu em 15/09/1936, e faleceu em 27.06.2022. Ainda muito jovem casou com Lurdinha Alencar. Ambos de tradicionais famílias mata-grandenses. Ele grande comerciante e ela Professora Estadual.

Sempre gostou de trabalhar, quando criança, fazia gaiolas para vender, foi engraxate, vendia nas feiras, querosene e outros produtos. Trabalhou no saudoso “BAR DE NOCA”, até quando possuiu o seu próprio estabelecimento. Foi proprietário de loja de tecidos, posto de combustíveis, padaria e inaugurou a primeira rádio da cidade. Era possuidor de uma característica empresarial de grande monta.

Também ainda muito jovem entrou para a política de Mata Grande e em 1965 foi eleito Prefeito da cidade, daí tornou-se um grande líder e um dos políticos mais conhecidos do alto sertão alagoano  e  posteriormente elegeu dois correligionários.

Como Prefeito trabalhou bastante pelo desenvolvimento do município, promovendo a   aberturas de novas avenidas na cidade tornando-se um dos prefeitos que mais trabalhou naquela época, tanto na zona urbana como também na zona rural onde melhorou as estradas e beneficiou as escolas. Como prefeito implantou a primeira central telefônica na cidade.

Foi prefeito por duas vezes, vereador  por algumas legislaturas e também  exerceu o cargo de Secretário da Agricultura no  nosso  Estado.

Tornou-se no decorrer do tempo um  dos grandes agropecuaristas , atividade que exerceu até os dias finais.

Leia agora alguns trechos enviados pela sua filha Cristiane Sarah:

“Papatito, como assim o chamo, foi um político íntegro, honestíssimo  e trabalhador colocou Mata Grande no topo das grandes cidades do alto sertão alagoano.

Foi vereador por vários mandatos, tendo sido atuante e reconhecido por seus pares como “o pacificador”, pois os mais jovens sempre pediam conselhos e aprendiam com o mestre.

Aposentou-se como Secretário de Agricultura do Estado onde foi considerado um dos melhores.

Homem tronco, implantou a democracia em uma cidade onde imperava a violência, ele trouxe a paz e fez dela sua bandeira.

Casou-se com Maria Lourdinha de Albuquerque Alencar, considerada por todos um ícone  mata-grandense, deixando seus frutos: dois filhos e sete netos (as).

Seu Cristo da Mata Grande, fez do seu nome uma história encravada no sertão alagoano”.

 

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

SORORIDADE – Germano


Fazendo exames clínicos, deparei com esta palavra estampada na camisa de uma senhora o que  aguçou a minha curiosidade. Nunca tinha  ouvido esta palavra do qual colhi alguns significados, a saber:

“Qual é o significado da palavra sororidade?

Em resumo, sororidade diz respeito a um comportamento de não julgar outras mulheres e, ainda, ouvir com respeito suas reivindicações. Muitas vezes, o termo sororidade é erroneamente interpretado como se, por obrigação, as mulheres devessem gostar de todas as outras mulheres.”

É importante frisar que este termo não pode ser usado  entre os homens. As palavras, colegas,  companheiro, fraternidade ou irmandade, são as   mais adequadas para  serem utilizadas.

“A palavra sororidade vem do latim sóror, cujo significado é irmãs. O feminismo usa a palavra para trazer a ideia de irmandade entre as mulheres, independente de etnia, classe social, religiões, etc. O uso do termo pela primeira vez é atribuído a escritora Kate Millett.”

Busquei em outras fontes, todavia, o termo é ainda pouco utilizado popularmente, no entanto, fica registrado como uma DICA DE CULTURA para os leitores deste blog.