quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

COINCIDÊNCIAS

 

COINCIDÊNCIAS:

 

Depois do atentado do 11 de setembro, uma empresa que tinha o seu escritório em um dos andares do World Trade Center, convidou os seus sócios e empregados que por alguma razão haviam sobrevivido ao ataque, para compartilhar as suas experiências.

 

Aquelas pessoas estavam vivas pelas razões mais simples da vida, eram pequenos detalhes como esses:

- O diretor de uma pequena companhia chegou tarde porque foi participar de uma reunião na escola do seu filho;

-Uma mulher se atrasou porque o seu despertador não alarmou a tempo;

- Outro funcionário havia se atrasado porque pegou um caminho diferente afim de chegar mais rápido e acabou atolado em um engarrafamento pois havia acontecido um acidente na rodovia que havia pegado;

- Outro funcionário perdeu o ônibus;

- uma funcionária foi atingida por cocô de pombo e precisou voltar pra se trocar;

- Um dos sócios teve problemas ao ligar o carro e precisou chamar um mecânico;

- Outro funcionário teve que atender um telefone que acabou resultando em poucos minutos de atraso antes do atentado;

- Uma secretaria entrou em trabalho de parto;

- Um zelador não conseguiu um táxi.

 

- Mas a história que mais me impressionou foi a de um senhor que ficou com uma bolha no calcanhar, devido ao seu sapato ser novo e antes de chegar ao trabalho ele decidiu parar em uma farmácia pra comprar um curativo e por isso ele está vivo hoje.

 

Agora, quando eu fico preso no trânsito, quando perco um ônibus, quando preciso me atrasar porque tive que atender alguém e muitas outras coisas que me desesperariam, penso primeiro:

"Este é o lugar exato no que devo estar, nesse exato e precioso momento".

 

Na próxima vez que a tua manhã for uma loucura, que teus filhos demorem em se arrumar, ou que você não esteja conseguindo achar as chaves do carro, não fique chateado ou frustrado.

VOCÊ ESTÁ EXATAMENTE NO LUGAR QUE DEVERIA ESTAR, nesse grande quebra cabeça da vida.

 

Aplique a gratidão agora e seja grato  como você está agora e pelas coisas que tem.

Viva cada minuto como se fosse o último, abrace, chore, sorria, diga que ama. Muitos de vocês que estão lendo esse texto hoje, não terão mais essa oportunidade. A vida já é curta demais e a perdemos em um segundo, mas não se permita mais perder um segundo da sua vida.

 NOTA: Achei interessante divulgar, mas desconheço o autor.

 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

VIVA A BANANA – Germano



A banana foi  cantada em versos e provas nos antigos carnavais, dos quais lembro alguns trechos: “Dizem que a banana, de manhã é ouro, de tarde é prata e de noite mata”. Não obstante o verso mais adiante a música diz assim: “Isto é mentira me pessoal, pois a banana qualquer hora não faz mal”. Pura verdade!

A banana é rica em potássio, que reduz em muito as câimbras, principalmente durante a noite. Tem também vitamina A, C e B.

Da sua história, Florinda Zanesco conta que é uma das frutas que há mais tempo é consumida pelo ser humano no mundo inteiro, que é originária da Índia e que chegou ao Ocidente trazida por comerciantes árabes. Depois o povo árabe começou a plantá-la nas costas do Atlântico. Seu cultivo, porém teve início nas úmidas selvas da Índia e da península da Indochina.

Não sei precisar como chegou em Mata Grande, todavia desde a mais tenra idade, cultivo a banana e depois que herdei algumas partes de terras dos meus pais, mantenho um pequeno bananal o que me dá orgulho em ser também um bananicultor.

Recentemente, um incêndio dizimou grande parte da plantação, causando grandes perdas de cachos. Os prejuízos são enormes, pois além de deixar de vender tive que pagar trabalhadores para derrubarem os pés danificados pelo  fogo.

Resta agora, esperar nove meses para conseguir que, as touceiras  queimadas brotem e produzam novos cachos.

sábado, 23 de janeiro de 2021

QUALIDADE DE VIDA – Germano


 








A qualidade de vida foi uma das recentes invenções da humanidade para medir em cada região como vive o ser humano nos diversos fatores, aí incluindo o físico, o psicológico, o espiritual, e o emocional  afora os que integram a moradia, a educação,  a saúde, a segurança, os transportes e outros oferecidos a partir  dos Prefeitos aos seus munícipes. Não resta a menor dúvida de que tudo depende de uma cadeia de entendimentos, pois o Prefeito depende do Governador do Estado e todos dependem do Presidente da República que é o mandatário maior no contexto geral.

A qualidade de vida normalmente é medida pelo IDH (índice de Desenvolvimento Humano), que calcula a vivência dos habitantes de um País ou de um bairro de determinada Capital, ou mesmo de uma cidade, onde vivem os mais ricos.

Partindo do pressuposto de uma pequena cidade do interior como é a nossa querida Mata Grande, não precisa ser especialista para identificar a qualidade de vida dos que nela habitam. Sabemos que existem os mais abastados e aqueles que dependem da ajuda governamental para minimizar o sofrimento de não dispor de um salário para as necessidades básicas. 

Normalmente os que vivem melhor  são os funcionários públicos federais, estaduais , municipais,  aposentados das estatais,  comerciantes e grandes fazendeiros. Do outro lado ficam  parte dos que se viram com pequenas prestações de serviços e dos que dependem totalmente da ajuda governamental. Juntando tudo, faz-se  a média de como vivem os habitantes de cada cidade ou região de cada localidade.

O bem estar da população de um modo em geral e que eleva o grau de satisfação de uma comunidade, começa pela escolha do seu gestor. Este é o ponto de partida inicial, o líder tem que possuir ética, seriedade, discernimento, educação e uma vida pregressa completa de trabalhos em prol do povo.

Graças a Deus, estamos vivenciando em Mata Grande um período tranquilo, não obstante a pandemia que afetou os habitantes do planeta, deixando muitas família sem os seus pequenos ganhos diários. Mesmo assim é uma das melhores cidades para se viver com certa qualidade de vida.

 

 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O CARROSEL DE DONA MINERVINA - Germano

 


Quem não lembra da época do natal em Mata Grande, onde o carrossel de Dona Minervina chegava de Santa Cruz do Deserto, armava ali no Beco de Noca e próximo ficava a onda de Mané Pistola?

Isto ocorria nos idos anos cinquenta e sessenta, a meninada contava os cinquenta mil reis antigos que correspondia a cinquenta centavos de cruzeiros, para se  deliciar nas rodadas  do carrossel.

Um fato interessante veio a minha memória, o meu pai Balbino Alves Bezerra, homem excessivamente católico não perdia uma missa aos domingos. Naqueles tempos a missa era em latim, celebrada pelo inesquecível primo Monsenhor Aloysio Viana Martins que tinha uma dicção invejável por qualquer cristão. Eu já fui coroinha e lembro de muitas coisas que respondia com precisão: DOMINUS VOBISCUM, ET CUM ESPIRITUS TUEM e outras mais, tudo decorado previamente. O meu pai tinha um Adoremos do qual não tirava os olhos.

Em um dia trinta e um de dezembro, dia da festa da nossa Padroeira Nossa Senhora da Conceição, o carrossel rodou a noite inteira. Pela manhã a dona Minervina amarrou o carrossel com uma corda e foi dormir lá no sobrado da Rua de Cima , onde hoje é a casa de João Durval o popular Dudú.

No dia primeiro de janeiro, quando eu ia para a missa com o meu pai, os meus colegas tinham desamarrado a corda e eles mesmo empurravam o carrossel e  subiam para se deliciar sem pagar nada.

Que fiz, saí da missa de mansinho e retornei para o carrossel, uma beleza. Só que esqueci de retornar e quando me dei conta o meu pai já estava agarrado no meu braço. Me levou para a padaria, puxou o cinturão e levei aquela surra e fiquei de castigo até o meio dia em cima de uns sacos de farinha de trigo. Também foi a única que levei. 

Há anos se fala no Mata Grande Fest e eu há anos não passo um final de ano em Mata Grande. Este ano vou fazer o possível para me fazer presente, mesmo que seja nos dias finais e ver como estão as festividades mesmo sem o carrossel de dona Minervina.

domingo, 20 de dezembro de 2020

LAMPIÃO: O INGRATO NA MATA GRANDE

 LAMPIÃO: O INGRATO NA MATA GRANDE

Clerisvaldo B. Chagas, 17/18 de dezembro de 2020
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.437
Quando a família Ferreira veio para Alagoas, 1918, chegava aliviada das ações dos seus inimigos na região de Pernambuco, em que viviam. O próprio Virgolino Ferreira teve a chance de viver honestamente como empregado do coronel Juca, na Mata Grande. Mas, devido ao seu próprio instinto, resolveu fazer parte do bando de Antônio Maltilde e criar asas no bando dos Porcino.

Seu espírito guerreiro não o deixou viver totalmente com o suor do rosto. Fez incursões armadas em seu estado e foi vivendo entre o certo e o errado no lugar que o acolheu, oferecendo oportunidade de viver do trabalho e longe dos rifles adversários do Pernambuco. Vivendo em Água Branca e Mata Grande, região serrana do estado, perdeu a oportunidade de paz porque bem quis.
Já famoso em 1925, achou que podia tudo. Tanto é que após a visita que fez ao cemitério do arruado Santa Cruz do Deserto para visitar os túmulos dos pais, resolveu dar uma festa na fazenda Tanque do seu velho camarada José Crispim. Pressionado pelos irmãos Antônio e Levino para que o bando assaltasse Mata Grande, respondeu fraco que não podia por dever favores àquela gente. Quer dizer, ele mesmo reconheceu que não podia ser ingrato com os que o acolheram na adversidade. Mesmo assim resolveu atacar Mata Grande. Os fanáticos dirão que ele foi obrigado pelos irmãos, mas o chefe era ele, a força de se impor era a sua, portanto, a responsabilidade total foi dele, sim. Cedendo mais à ambição do saque e menos à vaidade do poder da força, teve a desculpa do pressionamento da irmandade.

Arrogante e azougado partiu para o ataque após receber como resposta do comércio mata-grandense ao seu bilhete, um desafio de macho: “Olha, aqui, vá dizer àquele moleque que o receberei à bala”. Como pensava que não haveria resistência, o bandido Lampião tentou invadir à cidade, mas as balas prometidas não deixaram o bando ir além das Rua Nova e Repitete. Lampião “botou o rabinho entre às pernas, bateu em retirada e foi se refugiar na fazenda Serrote Preto. É certo que ali atuou com êxito, mas isso foge ao foco da cidade Mata Grande. Sua ingratidão, truculência e ambição, não o impediram de comer bala.
Só muito depois, Mossoró repetia o feito da Mata Grande.

sábado, 12 de dezembro de 2020

O MATA-GRANDENSE - Germano

 

O MATA-GRANDENSE – Germano

“26.10.07 - Fazenda Agua Azul - Sítio Almeida - Mata Grande -Al. - Navegando no orkut, despretenciosamente cliquei a palavra blog e surgiu a possibilidade de criação de um blog. Sempre tive a vontade de criar um, porém, por não entender bem do sistema, a vontade já foi abortada no "terra e uol". Procuraremos manter atualizações sobre a nossa querida Mata Grande, inclusive, copiando notícias divulgadas anteriormente. Pedimos a todos que participem; me ajudem a manter um canal de notícias e fatos acontecidos ,sempre atraente e atualizado. Um abraço fraternal.

 

Este foi o início deste blog e como ele surgiu. O nosso pensamento era voltado para o engrandecimento cultural dos nossos conterrâneos o qual, de história gravada, há somente o livro MONOGRAFIA DO MUNICÍPIO DE MATA GRANDE  editado por Djalma Mendonça, que ainda hoje serve de parâmetros  quando se deseja escrever algo sobre a memória do município.

O blog foi criado e não obstante favorecer ganhos financeiros, nunca aceitamos  estes tipos de benesses, mesmo  porque não temos ideia sobre valores e finalidades.

Mas o que nos leva a divulgar este texto é a marca dos  160.000 (cento e sessenta mil) acessos a esta página. Sabemos que eles se distribuem nos mais variados municípios do território brasileiro  e ainda, que temos leitores  que  habitam em Portugal, Estados Unidos,  Bélgica, França, além de outros que no momento não recordo.

Mais uma coisa,  me deixou feliz, o acesso 160.000 foi do meu  genro Cesar Pessoa de Melo. Faço o registro porque me encontro em Brasília, na casa dele e foi justamente ele que me colocou nas redes sociais a partir do Orkut, depois no Facebook, e-mails etc. e esta felicidade me faz pensar que levo também felicidade a tantos lares dos amigos e amigas.

Portanto, agradecemos a cada um dos nossos leitores e deixamos o blog à disposição.  O nosso e-mail de contato é germanoalves@terra.com.br e também o Facebook onde mantemos uma página com o nome MATAGRANDENSES e já consta com quase cinco mil  membros.

Por fim, nos regozijamos em poder como mata-grandense compartilhar com os nossos conterrâneos e amigos (as) o pouco que aprendemos, procurando  ainda deixar gravado para as gerações atuais e futuras um pouco da  memória do nosso município.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

UM ANO ATÍPICO - Germano

 


 

Hoje, aos nove dias do mês de dezembro acordei  em Brasília,  repetindo  o que sempre faço quando  tenho a oportunidade,  visitar a minha filha, netas, genro e seus familiares e amigos. Daí, surgiu a ideia de  dissertar um pouco do que foi  o ano de 2020, o qual classifico de um ano totalmente atípico.

Recordando os meses de janeiro e fevereiro onde  as confraternizações prosseguiram sem anormalidades. Pude pensar em adquirir um carro  novo , uma vez que a minha ”xebrequinha“ já estava com sete anos de uso e prestes  a precisar de pneus novos, até aí tudo bem.

Chegou o mês de março exatamente no dia  catorze, nos deslocamos para Mata Grande – Al., a fim de participar das comemorações alusivas ao aniversário de uma querida Comadre, onde tudo foi normal, reencontramos os familiares e amigos com prazer e alegria.

Pensávamos em retornar a Maceió no início da semana seguinte, todavia, no dia  dezoito de março se comemora a festa de emancipação política da cidade, com desfiles estudantis e outras solenidades. Resolvemos ficar. Porém  exatamente no dia dezessete de março, eis que aparece o famigerado COVID-19 que mudou não somente os meus planos, mas os planos do mundo. Começou pelo Prefeito que mandou suspender todas as atividades programadas para o dia dezoito. Feito isto, resolvi permanecer em Mata Grande, esperando a onda passar.

E assim se passaram oito meses, passei a cultivar  hortas caseiras e outras atividades inerentes a vida rural. É tanto que dizia aos amigos : estou em isolamento rural. Mas como de tudo sempre há uma válvula de escape permitida por Deus. Eis que no mês de setembro, passei a ter mais uma profissão: a de escritor. Outra atipicidade ocorrida no ano.

No decorrer destes meses tivemos um inverno atípico, muitas chuvas, muitas lavouras e muitos pastos para os rebanhos o que nos dava esperanças de desenvolvimento para todos os  trabalhadores que lidam com agropecuária.

Chega o mês de novembro e com ele o dia quinze, dia da eleição. Ah!  Dias antes houve uma convenção política e o meu filho foi escolhido para participar da chapa majoritária como candidato a  Vice-Prefeito, outra surpresa atípica. Como ia dizendo, foram eleitos todos os candidatos em quem votei. Fui então, possuído de forte emoção, por isso,  fui comemorar as vitórias com os  meus conterrâneos. Abraços, muita cerveja com prazer e alegria, me fizeram esquecer da máscara e aconteceu que o pestilento chinês, que vivia me rondando, aproveitou a oportunidade e me ferrou. Outro caso atípico.

Vivenciando os primeiros dez dias do ano, em plena recuperação  do COVID 19 estou agradecendo a Deus pelas  surpresas do ano. Agradecer também, a Drª. Bertine Malta que tratou de mim lá em Maceió, a Drª. Geovanna Lea Barbosa de Mendonça Pessoa de Melo que trata de mim onde quer que eu esteja. A  minha esposa pela dedicação e amor dispendido e ainda a todos os amigos que diretamente me enviaram mensagens.

Se Deus nos permitir, vamos nos despedir do ano 2020 em nossa terra natal, sob o manto protetor da nossa Excelsa Padroeira, Nossa Senhora da Conceição.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

A POLITICA EM MATA GRANDE – Germano

 





É comum se ouvir a frase: “Detesto política”. Ora, como se pode destinar ódio a um elemento presente em todas as relações cotidianas e inerentes ao ser humano. 

Para Aristóteles, “o homem por natureza, é um animal político”, uma vez que, por definição, é a ciência que dá organização a cidade em sentido restrito e também em sentido amplo, a todas as atividades de quem se interessa pelo público. Portanto, vê-se uma confusão entre política e politicagem. Esta sim, nefasta por proteger interesses meramente pessoais.

É compreensível, diante desta confusão somada a atos recentes da nossa história, que as pessoas queiram se abster de discussões políticas, porém, esta prática, fortalece a politicagem, pois não há oxigenação na política, daí, a importância de cidadãos participativos.

Este ano tivemos uma eleição totalmente atípica, sabemos que ao longo dos tempos as forças poderosas que se acham dominantes, que brigam entre si, mas que, quando não dominam o município com patrimonialismo, se unem para a tomada do poder, tiveram este ano, um matuto da encruzilhada e um catingueiro do sítio São José, que enfrentaram três oposições fortes e saíram vitoriosos.

Erivaldo Mandú e Marcus Vinicius Barbosa de Mendonça, enfrentaram com galhardia a todos os ataques e sempre procuraram esclarecer a população os objetivos que tinham em mente para a continuidade de uma administração inteiramente voltada para o desenvolvimento do município, divulgando os projetos a serem realizados na próxima gestão.

 

Rogamos ao Onipotente que os ilumine para que consigam juntos concretizar ao longo da gestão todos  os projetos que idealizaram.

 

 

 

 

 

 

sábado, 7 de novembro de 2020

O AMOR DOS PAIS COM OS FILHOS - Germano

 

 

O amor dos pais para com os filhos, começa na escolha do nome. Temos que ter o cuidado e não escolher um nome do qual o filho venha a se envergonhar no futuro.

Existem inúmeras maneiras de demonstrar amor pelos filhos e a principal delas é a educação. Costumamos dizer que a educação se inicia no berço. Depois vem a transição da infância para a adolescência que exige dos pais várias mudanças. Alguns pais costumam manter os filhos no mesmo conforto dado na infância e isto é um erro e deve ser evitado, por que na fase de adolescência e de adulto o filho se acomoda.

Segundo o IBGE hoje em dia muitos filhos dos 24 aos 35 anos continuam morando na casa dos pais, alguns por que não estudaram nem quererem trabalhar. Daí os pais devem agir para prepara-los para serem independentes e andar com as próprias pernas.

Com muito amor deve ensina-los a ter paciência e se esforçar para conseguir o que ele deseja. Para isto, procurar um emprego que lhe traga alguma renda extra.

É certo que quando o filho entra na Faculdade sempre aparecem estágios que lhe trarão experiências profissionais. Nesta fase sempre há uma mudança de comportamento, entretanto, com amor, o casal deve dialogar para decidir o modo como irão incentivar o filho a encarar suas responsabilidades. Caso contrário, podem provocar conflitos. Se a mãe ou o pai ajudar o filho mais do que deve, o jovem pode começar a se aproveitar da situação.

Através da comunicação o casal e os filhos falam abertamente sobre os seus pensamentos e sentimentos e os pais, principalmente, devem prestar muita atenção ao que eles dizem e tentar ao máximo, disciplina-los para que saibam distinguir na vida o que é certo e o que  é errado.

Na verdade, com muito amor o casal vai entendendo que nas diversas fases da vida o filho vai mudando de comportamento, então, com equilíbrio e coerência, o filho disciplinado aceita melhor as orientações para corrigir algum erro cometido.

Lógico que o casal deve ter bons valores, como honestidade, ética e seriedade para ser o exemplo para os filhos. Os bons valores são como uma bússola que orienta os filhos a decidirem qual o caminho a seguir.

É triste ver um pai que não corrige o filho que erra, naturalmente ele sofrerá, na escola ou mesmo na sociedade em que viverá, pois, os colegas da escola não vão tolerar estes erros e muito pouco a comunidade. A não correção no momento  devido poderá o tornar um fracassado no porvir.

Nenhum ser humano é perfeito, apesar de sermos feitos a imagem e semelhança de Cristo, pois com o tempo, nós mesmos acrescentamos nossas imperfeições as nossas personalidades.


 

 

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

O IBGE EM MATA GRANDE - Germano

 

O IBGE – Germano

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística tinha a sua Agência em Mata Grande, o que gerava mais um emprego federal na cidade.

O seu maior estatístico era o grande pensador e historiador José Bernardino Correia, homem de rara inteligência. Deixou vários escritos sobre o nosso município. Após a sua passagem por esta vida, um dos seus descendentes levou grande parte dos cadernos para São Paulo. Juntos dariam um bom livro.

 

O último agente estatístico em nossa cidade foi Serafim Araújo. Ainda jovem e cheio de presepadas, era conhecido como “O Cão de Tacaratú”. Depois contraiu matrimônio com a mata-grandense Maria Edeltrudes Villar. Hoje aposentados residem em Recife – Pernambuco.

 

 Infelizmente, não sei por que a nossa cidade tem que conviver com o slogan que criei:   "MATA GRANDE : A TERRA DO JÁ TEVE”.     Já tivemos inúmeras autarquias federais e estaduais funcionando normalmente na cidade e acredito que, devido a incompetência, falta de amor a terra, descaso no trato da coisa ou mesmo pela moeda de troca por votos dos nossos antigos administradores e políticos do legislativo foram, paulatinamente transferidas para outras cidades, principalmente Delmiro Gouveia, o que deixou por volta de cinquenta vagas de empregos diretos e de residentes na sede do município. Imagine a quantidade de empregos indiretos.

O IBGE, tinha uma biblioteca invejável o que facilitava as pesquisas estudantis e mantinha atualizada todas as produções industriais, comerciais e agropecuárias do município.