quarta-feira, 17 de março de 2010

POLÊMICA SOBRE O USO DO CAPACETE

Após o brutal assasinato do fazendeiro Kenno Barbosa por dois motoqueiros que desfilaram tranquilamente pelas ruas de Mata Grande, voltou a tona, a idéia do Vereador Ir.: EDILSON do PSC ,que sugeriu a reativação da guarda municipal, já que o Estado não vem cumprindo a sua obrigação em manter um efetivo policial com condições de dar segurança aos habitantes, como reza a Constituição Federal.

Após algumas reuniões com os representantes da Câmara Municipal, Prefeito, integrantes do Judiciário e militares, optou-se pala obrigação do uso do capacete conforme a determinação legal vigente, ficando o Prefeito de estudar a possibilidade de reativar o efetivo da guarda municipal.

Segundo notícias veiculadas, algumas cidades de Alagoas já adotaram o costume de andar sem capacete pelas ruas da cidade o que facilita a identificação dos motoqueiros, mesmo contrariando as Leis em vigor.

Quanto a reativação da guarda municipal em Mata Grande, vamos aguardar a sua reativação, esperando a realização de concurso público e treinamento pessoal para que o desempenho profissional seja dentro dos parâmetros legais. Isto evitará a contratação de pessoas sem aptidão para o exercício da função e que, em nome da lei possam praticar arbitrariedades . Vale frisar que a reativação da guarda vai gerar a criação de mais empregos para os pais de famílias.

quinta-feira, 4 de março de 2010

MATA GRANDE CLAMA POR SEGURANÇA

NUNCA SE MATOU TANTO EM ALAGOAS é o adesivo que se vê em grande parte dos carros que circulam na Capital. De quem é a culpa? Dos matadores de aluguel? Dos mandantes? Dos Deputados e Senadores? Do Governador? Da polícia? Dos que, como o Senador Renan Calheiros,defenderam o desarmamento da população? Está aí uma das grandes causas. Nenhum País do planeta, que adotou o desarmamento se deu bem, porque, somente os cidadãos entregaram as armas e ficaram à merce dos facínoras, que agora, sabem que a reação é zero.

Mata Grande, não obstante a fama, é uma cidade pacata, porém, esquecida pelas autoridades. Há pouco tempo uma reportagem sobre a Delegacia de Polícia que está no completo abandono, foi motivo de chacota no Estado porque um preso era quem tomava conta e até agora, nenhuma providência foi tomada para recupera-la. A cadeia pública, prédio imponente, que todos temiam passar noites lá, está totalmente depauperada .

Nos tempos atuais, os fazedores do mal, deixaram de lado as emboscadas de moitas, em margens de estradas para, tranquilamente, desfilarem fortemente armados, em motocicletas pelas ruas da cidade e, sob o disfarce dos capacetes, obrigatórios por lei, assaltarem, assassinarem e cometerem quaisque tipos de delitos a que se proponham, sem o constrangimento, siquer, de sofrerem uma abordagem policial e após infringirem a lei, se deslocam sorrateiramente pelas estradas , pois sabem, que não sofrerão nenhum tipo de perseguição e tampouco , haverá barreiras  nas outras cidades onde trafegarão porque, nem o rádio da polícia ou mesmo telefone é utilizado para o exercício da tentativa de  prende-los.

Apelamos, portanto, as autoridades constituídas que iniciem um programa de segurança para as cidades do interior, visando dar tranquilidade aos cidadãos de bem, dentro da obrigatoriedade do Estado de assim o fazer, conforme os ditames amplamente difundidos na Carta Magna.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CADEIA PÚBLICA DE MATA GRANDE


Brasília-DF., 05 de fevereiro de 2010.

Duas fotos em épocas diferentes da Cadeia Pública de Mata Grande. Houve períodos em que era um primor de prédio, hoje se encontra em estado de abandono deplorável. Na rua de Cima a Cadeia  era um verdadeiro cartão postal . A idéia da sua construção se deu por volta de 1837 para atender "a uma condição provincial para que  a cidade fosse elevada a  categoria de vila e freguesia e quem deveria construí-la seriam os seus habitantes, cuja exigência foi revogada  em 1838, entretanto, só em 1875, foi iniciada a construção de um grande prédio, em pedra e cal, com paredes de um metro de espessura, que custou, naqueles bons tempos, a importância de 18.700$000 e em cujo andar superior, dotado de grandes salões, funcionou, até poucos  anos, a sua Câmara Muncipal, o Tribunal do Juri e onde a sociedade local se reunia em comemorações cívicas, bailes e conferências"(Djalma Mendonça).  Lá no primeiro andar, foram realizados grandes eventos da sociedade matagrandense e  era também utilizada,  para o cumprimento de penas dos privilegiados pela lei, isto é, aqueles que não iam para as celas, era o que se chamava de prisão especial. Existiam ainda alojamentos para os delegados e policiais não residentes. Na parte de baixo eram as celas e funcionava  a delegacia municipal. Lembro que na cela da frente ficavam os criminosos, lá atrás, os presos em correção, aqueles tomadores de cachaça que se excediam e os baderneiros;  na área do meio , ficavam os que desobedeciam as ordens internas, era o que chamavam de "solitária", muito escura pelo dia, deixando o detento apavorado pelo castigo imposto.
Muita coisa já se comentou sobre a cadeia pública, neste blog fizemos alusão no dia 26/10/2008 e na comunidade "AMO MATA GRANDE" e "MATAGRANDENSES&AMIGOS" os comentários abaixo:

CADEIA PÚBLICA DE MATA GRANDE:


A informação é que uma verba no valor de R$ 900.000,00 está sendo destinada a recuperação da cadeia pública de Mata Grande. Qual a origem? Qual a Secretaria Estadual ou Ministério será responsável pela aplicaçao do dinheiro? É preciso que estejamos atentos quando da liberação para que a população acompanhe a sua aplicação. A internet hoje está causando "arrepios"nos gestores do dinheiro público e nós, teremos que aproveitar o momento, mesmo virtual, para divulgarmos o que é certo e passarmos a noticiar os verdadeiros anseios da população. No caso da cadeia pública o S.O.S tem sido dado em várias comunidades. A verba é significativa, desperta interesses, inclusive os exclusos. Sabemos que a ética não foi bem assimilada pelos que exercem cargos de relevância, razão porque chamamos a atenção de todos que amam verdadeiramente a nossa Mata Grande.

Fiquem atentos e se souberem de quaisquer liberações divulguem.

OBS.: Notícia divulga por Germano em 17.07.09 na comunidade MATAGRANDENSES & AMIGOS.

CADEIA PÚBLICA:

A cadeia Pública de Mata Grande está em completo abandono. Cadeias como ela, a de Piranhas, Santana do Ipanema e tantas outras que serviam para recuperar o cidadão da região que transgridia a lei e era punido. Naquele tempo o cidadão cumpria a pena imposta pela justiça, recebendo a visita dos amigos e familiares e na liberdade, se reincorporava à sociedade , em suas atividades normais. Hoje , quando são enviados para a Capital, não conseguem mais serem normais, ficam embrutecidos e revoltados. É necessário que o Estado recupere as cadeias interioranas para que os cidadãos daquelas plagas cumpram lá os seus delitos.Mas a quem pedir? Os representantes políticos atuais estam insensíveis ao que se passa ao seu redor. Quem tiver uma idéia, registre, peça, se não derem atenção, insista persista e não desista.

OBS.: Divulgada por Germano em 11.12.2006 na comunidade AMO MATA GRANDE.

S.O.S CADEIA E FOMENTO:

PARABÉNS GERMANO PELA BRILHANTE INICIATIVA.AS COISAS SÓ COMEÇAM A MUDAR QUANDO REIVINDICAMOS NOSSOS DIREITOS.APROVEITO ESSE ESPAÇO CRIADO POR VOCÊ, PARA SOLICITAR À CÂMARA DE VEREADORES DE MATA GRANDE, PROJETOS PARA TRANSFORMAR O PRÉDIO DA CADEIA E O DO FOMENTO EM BIBLIOTECA PÚBLICA, E CENTRO CULTURAL.VAMOS TENTAR SALVAR O QUE AINDA RESTA DA NOSSA HISTÓRIA!

OBS.: Escrito pela  conterrânea Márcia, na comunidade Amo Mata Grande, em 18.11.2006.

Como pode se verificar a preocupação da comunidade é muito grande. Lamentamos que os nossos governantes  ainda não tenham  assimilado que não são os donos do patrimônio público e sim, gerenciadores desses bens,  e a eles cabem, solicitar a liberação das verbas e executar as obras, com ética e seriedade, porém, o problema se arrasta há décadas, mudando até de séculos sem que as providências cabíveis sejam tomadas.

Torna-se mister, portanto, que os nossos vereadores, junto ao prefeito municipal, busquem as soluções para o caso , cobrando  do governo estadual ações condizentes para a recuperação daquele prédio e dando um destino apropriado para o engrandecimento cultural da cidade.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

COMUNICAÇÕES

Brasília-Df., 04 de fevereiro de 2010.

Vendo as fotos do conterrâneo Renivan Freitas, deparei-me com a foto acima, onde a torre de transmissão da Claro já é uma realidade em Mata Grande, faltando apenas, iniciar as operações que, brevemente acontecerá. Lembro do tempo em que as comunicações eram efetivadas através dos fios dos Correios e Telégrafos, mantidos por funcionários abnegados que não mediam dificuldades para conserta-los quando quebravam. O rádio era o único meio de se atualizar no cotidiano. Nos idos de 1970  eu e Agnaldo Marques de Mendonça, também funcionário do BNB, convencemos o prefeito Antonio Barbosa da Silva, tio da minha esposa, a implantar em Mata Grande, na serra do Maxi, uma repetidora de televisão. Já assistimos a copa do mundo televisionada. O Bar de Noca era lotado quase todas as noites. Posteriormente, o prefeito Cristiniano Fortes Nunes implantou a telefonia municipal, daí, surgindo os telefones da TELEMAR, hoje, Oi, que funcionam relativamente bem, muito embora, haja muitas deficiências. Com o surgimento dos celulares a TIM implantou uma espécie de repetidora dos sinais da torre de  Água Branca que melhorou parcialmente as comunicações, haja vista, não ser possível a sua utilização em todas as partes da cidade.
Agora, com a foto acima, ressurge a nossa grande esperança de que, as comunicações através de celulares, finalmente, sejam possível, deixando Mata Grande, entre as cidades que dispõem deste meio de comunicação moderno e tão comum em outras similares.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

MATA GRANDE ANTIGAMENTE

                                 MATA GRANDE ERA PAULO AFONSO

A história de Mata Grande é completa de variações de nomes, como também, é completa de variações estruturais, tanto nas suas  casas, ruas, edificações que ruiram  e foram  recuperadas, todavia, a foto acima, a mais antiga que já ví, nos dá uma visão panorâmica de como era  a nossa cidade no tempo em que se chamava Paulo Afonso, por ser o município, vizinho a famosa Cachoeira de Paulo Afonso.  
                                                                                                                                                                                      Na foto acima, chama a nossa  atenção,  o prédio da cadeia pública, onde funcionava a Camara Municipal, bem como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição com a sua  antiga e original torre, vale frisar, que a nova torre, foi  construída pelo  Monsenhor Aloysio Vianna Martins, quando era o pároco.  Peço atenção especial para o cemitério velho, lembrem-se,  matagrandenses, que no cemitério novo tem uma placa datando  sua inauguração em 1924. Pelo visto a rua de Cima, terminava logo após a Igreja. A casa logo acima da cadeia pública já existia, tal qual como hoje, salvo as pequenas reformas, que foram efetuadas pelo então morador Deputado Eraldo Malta Brandão e recentemente, pelo  Governo Estadual, quando alí inaugurou a Escola Noélia Lessa.
Vejam que as variações fotográficas são enormes e hoje Paulo Afonso/Mata Grande é muito diferente, fruto do desenvolvimento. Poderíamos estar em um patamar desenvolvimentista muito mais avançado, entretanto, as variações da histórica política municipal, travaram essa corrida e ficamos à deriva por algumas épocas.


Obs.:Foto gentilmente cedido por Etevaldo.
Brasília-Df., 03/02/2010.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Blog do Etevaldo

Blog do Etevaldo: Brasília-DF., 31 de janeiro de 2010. Caro Etevaldo, lí o seu blog que está muito bem distribuído. Pão de Açucar tem coisas belíssimas , afora as histórias e figuras tradicionais. Uma grande recordação futebolística foi o jogo do Gararu contra o Internacional, subimos o rio de embarcação, passamos por diversos lugares, um entretanto, me chamou a atenção o povoado Limoeiro. Parabéns por nos proporcionar estas boas recordações.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A CACHOEIRA DA ESPANHA



Brasília-DF., 25 de janeiro de 2010.

Estando navegando no ORKUT, eis que me daparo com as fotos do conterrâneo Renivan Freitas, que junto a outros amigos se deliciavam nos banhos da cachoeira , situada na Fazenda do Senhor João Gomes, daí o nome que conhecíamos " A Cachoeira de João Gomes".  Diante das fotos, as recordações afluiram e passei a relembrar os bons momentos que lá tivemos junto com outros amigos, inclusive o filho do dono, o nosso amigo João Neto, que atualmente, é quem está dando as ordens por lá. Lamentamos que, no local onde havia o poço profundo, onde nadávamos e mergulhavamos, esteja aterrado pela areia, onde a água que  nos encobria com os braços levantados, não atinge, siquer os joelhos. Para se ter a  idéia da altura, saltávamos de cima da pedra e foi nos destes saltos que o primo da minha esposa, João Barbosa da Silva Neto (conhecido como João Tostão) chegou a falecer. Realmente, tinha esquecido dos bons momentos alí vividos embora a água seja mais intensa nos períodos chuvosos em nossa terra (maio a setembro) ou então, nos períodos de trovoadas que , devido a força das águas , mantinha o poço com razoável profundidade, hoje, dado a raridade destas chuvas no alto sertão alagoano, acredito que, o aterramento foi inevitável.
A Fazenda daria sem sombras de dúvidas um excelente "pesque e pague"  ou mesmo uma bela pousada, haja vista, se localizar no Sítio Espanha (nome sugestivo), às margens de uma estrada asfaltada que dá acesso à Capital e à cidade de Paulo Afonso-BA., tem água em abundância, fruteiras e um clima excelente, sendo que nos períodos invernosos a neblina é intensa naquela região, obrigando os motoristas a acenderem os faróis dos carros, mesmo em pleno dia.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

MATA GRANDE TURÍSTICA


                                               




Vamos imaginar uma viagem de Maceió a Piranhas, em um provável passeio turístico, com as condições atuais, saindo de um hotel da capital, após o café da manhã. Com duas horas de viagem em ônibus previamente fretado, chegar-se-ia a Palmeira dos Índios, onde existe um museu, uma catedral antiga, uma estação ferroviária, uma tribo indígena, além do Cristo do Goiti como atração especial; após o almoço em um excelente restaurante, passaríamos por Santana do Ipanema onde existe o museu do sertão e, em Maravilha onde a atração maior é a Serra da Caiçara, tendo ainda o sítio arqueológico em exploração.

Daí seguindo para Mata Grande, onde existem muitas atrações a serem visitadas após os 290 km., devidamente asfaltados e em bom estado de conservação.

Vamos abrir aspas: “Mata Grande é conhecida como a “TERRA DE CLIMA EXCELENTE”  pelo simples fato da temperatura atingir: durante à noite ,  19º no verão e, 13º nos dias de inverno, sendo que, nestes dias, a neblina encobre as serras e durante à noite, toda a cidade, dificultando a visibilidade em dias de maior incidência. A Serra da Onça e a Serra da Lagoa de Santa Cruz, as vezes, passam dias e noites ser serem vistas. Na última serra citada, fica o ponto culminante do estado de Alagoas com os seus 844 metros de altitude (imaginem aí a construção de uma pousada onde se pernoitaria, com direito a vista da cidade e de terras dos vizinhos estados no horizonte azulado, afora a grande lagoa existente).

Afora as serras, existem fontes de água de grande capacidade como a do Cumbe e a da Serra do Urubu, que aproveitadas corretamente dariam para abastecer a cidade, e quiçá, algumas cidades visinhas. Os engenhos de mel e rapadura, ainda movidos por juntas de bois, bem que poderiam ser visitados, porém, como atração maior existe o Santuário de Santa Teresinha que já atraí inúmeros turistas diariamente.

O Santuário, a Missa do Vaqueiro, o Mata Grande Fest, o carnaval e as festividades de final de ano já atraem inúmeros visitantes anualmente, festas que, sendo relacionadas com um calendário turístico a ser elaborado de acordo com as outras cidades trariam mais e mais visitantes”.

Após esta imaginária visita a terra do clima excelente, seguindo o nosso roteiro turístico até Água Branca que, a exemplo de Mata Grande tem um clima igual,vale frisar, já existe o Festival do Inverno catalogado. Lá existe uma magnífica catedral construída pelo Barão de Água Branca e também, uma senzala, conservada pela neta.  Os engenhos ainda continuam funcionando existindo um, bem modernizado.

Logo em seguida encontraríamos a cidade de Delmiro Gouveia com suas atrações peculiares e já conhecidas, bem como Xingó e Piranhas que dispensam comentários por já constarem nos roteiros turísticos das empresas alagoanas e sergipanas.

O retorno se daria via Arapiraca, maior cidade do interior, concluindo assim, a nossa imaginária visita ao alto sertão alagoano.



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A LETRA "P"- apenas a língua portuguesa permite escrever isto.

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.



Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.



Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.



Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.



Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar.

Pensei. Portanto, pronto pararei.



E tu ainda te achas o máximo quando consegues dizer:



"O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma e a Rainha de Raiva Roeu o Resto"


Autor desconhecido.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O TURISMO EM MATA GRANDE É POSSÍVEL?

Leiam a reportagem que copiei sobre a cidade de Martins no Rio Grande do Norte e façam as suas comparações com Mata Grande. As sugestões serão registradas e quem sabe, possa algum empresário despertar para o nosso potencial e junto ao governo estadual (Secretaria de Turismo) e governos municipais, elaborarem juntos, um plano para o turismo no alto sertão alagoano, iniciando por Palmeira dos Indios, Santana do Ipanema, Maravilha, Mata Grande, Agua Branca, Delmiro Gouveia, Xingó e Piranhas.
 
Domingo, 10 de janeiro de 2010, 17h44 Atualizada às 18h08


vc repórter: 'Martins' é atração na região serrana do RN

O município de Martins (RN), distante 362 km da capital, Natal (RN), é um dos locais mais visitados do Estado em diversas épocas do ano. Conhecida como 'princesa da serra', a cidade, que já foi chamada de 'imperatriz', oferece ao turista um clima agradável nas quatro estações, além de muito verde, museus, mirantes e reservas ecológicas. No verão, os dias ficam mais longos.

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"A vista do fim do dia mostra que o verão já chegou. Martins sente as mudanças acentuadas de clima, já que, no verão, o dia fica bem mais longo, fato que revela as belezas maravilhosas da região serrana Potiguar", diz Manoel Xavier.

Segundo Manoel, que mora na cidade de Bom Jesus (RN), o sol permanece iluminando a agradável Martins até cerca de 19h30 nesta época do ano. "Toda a região serrana do Rio Grande do Norte é muito atraente", diz o potiguar.

Em relação à culinária típica, um festival realizado todo mês de julho deixa os turistas com água na bocam e, certamente, muita vontade de retornar. "O festival gastronômico foi criado para divulgar a cozinha típica de Martins, que é muito rica e diversificada", destaca Manoel.

De acordo com a Secretaria de Turismo do Estado, é possível chegar a Martins, que tem pouco mais de 8.800 habitantes, pela rodovia BR-304, a partir de Natal até Assu, em seguida pela estadual RN-233 até Caraúbas, e, por fim, pela RN-117.

O internauta Manoel Xavier, de Bom Jesus (RN), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.

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Obs.: Copiado do você  repórter do TERRA.