Maceió (AL), 14 de março de 2012.
Aprendi que se aprende errando;
Que crescer não significa fazer aniversário;
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem;
Que trabalhar não significa ganha dinheiro;
Que sonhos estão aí para serem alcançados;
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos;
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim;
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face;
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela;
Que a natureza é a coisa mais bela na vida;
Que amar significa se dar por inteiro;
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos;
Que se pode conversar com estrelas;
Que se pode confessar com a lua;
Que se pode viajar além do infinito;
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde;
Que sonhar é preciso;
Que se deve ser criança a vida toda;
Que nosso ser é livre;
Que o julgamento alheio não é importante;
Que o que realmente importa é a paz interior. Não podemos viver apenas para nós mesmos. Mil fibras nos conectam com outras pessoas e por essas fibras Nossas ações vão como causas e voltam pra nós como efeitos.
Autor Desconhecido.
Objetivamos ter um meio próprio e independente de informar aos nossos amigos e conterrâneos fatos, notícias, fotos e publicações que venham enriquecer a nossa cultura. Conto com a participação de todos.
quarta-feira, 14 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
DICAS DE REFLEXÃO - Casar de Novo
Maceió (AL), 02 de março de 2012.
"Meus Amigos separados não cansam de perguntar como
consegui permanecer casado 45 anos com a mesma mulher.
As mulheres sempre mais maldosas que os homens,
não perguntam a minha esposa como ela conseguiu
ficar casada com o mesmo homem, mas como ela
consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja,
querem conhecer o segredo para manter um casamento
por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.
Não sou um especialista do ramo, como todos sabem,
mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar.
Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por
uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro
casamento - a única diferença é que casei três vezes com a
mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu oitavo, porque
ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna.
Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar,
se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar
um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações
que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em
tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos
é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto
tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se
seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo
não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando
para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você
depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem
10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento
novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos
e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria
seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem.
Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher
ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa,
o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas
piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando
chata e mofada, é você. São seus próprios móveis com a
mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é
justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa
se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro,
um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso.
Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.
Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque
o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários
para renovar um casamento.
Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos,
novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal "estabilidade do casamento" nem ela deveria
ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido,
sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia
para salvar um casamento não é manter uma "relação estável",
mas saber mudar junto.
Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se
por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento.
Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado,
em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.
Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos
apesar das desavenças.
Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Autor desconhecido.
"Meus Amigos separados não cansam de perguntar como
consegui permanecer casado 45 anos com a mesma mulher.
As mulheres sempre mais maldosas que os homens,
não perguntam a minha esposa como ela conseguiu
ficar casada com o mesmo homem, mas como ela
consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja,
querem conhecer o segredo para manter um casamento
por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.
Não sou um especialista do ramo, como todos sabem,
mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar.
Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por
uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro
casamento - a única diferença é que casei três vezes com a
mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu oitavo, porque
ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna.
Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar,
se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar
um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações
que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em
tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos
é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto
tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se
seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo
não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando
para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você
depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem
10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento
novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos
e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria
seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem.
Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher
ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa,
o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas
piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando
chata e mofada, é você. São seus próprios móveis com a
mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é
justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa
se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro,
um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso.
Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.
Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque
o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários
para renovar um casamento.
Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos,
novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal "estabilidade do casamento" nem ela deveria
ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido,
sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia
para salvar um casamento não é manter uma "relação estável",
mas saber mudar junto.
Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se
por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento.
Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado,
em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.
Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos
apesar das desavenças.
Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Autor desconhecido.
DICAS DE CULTURA - No tempo da minha Infância
Maceó (AL), 02 de março de 2012.
No tempo da minha infância
(Ismael Gaião)
No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal
Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria
A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade
Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração
Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido
Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir
Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança
No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado
Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria
Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira
Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado
Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos
Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras
Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão
Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé
Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar
Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão
Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia
O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço
E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira
Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar
Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade
Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança
A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez...
No tempo da minha infância
(Ismael Gaião)
No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal
Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria
A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade
Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração
Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido
Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir
Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança
No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado
Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria
Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira
Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado
Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos
Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras
Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão
Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé
Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar
Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão
Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia
O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço
E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira
Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar
Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade
Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança
A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez...
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
DIVERSÃO - Matagrandenses no Bloco O Pinto da Madrugada
Maceió (AL), 08 de fevereiro de 2012.
No próximo sábado, dia 11.02.2012 a atração carnavalesca de
Maceió, é o bloco O PINTO DA MADRUGADA cuja concentração
começa às 06,00 horas, no início da praia de PAJUÇARA e segue
até as imediações do Alagoinhas. Saída às 08,00 horas.
O interessante deste bloco é o grande número de foliões,onde,
além dos residentes na Capital, participam também, outros,
que se deslocam do interior do Estado para abrilhantarem mais
ainda o cortejo. Trazem fantasias, charangas que executam as
antigas músicas de carnaval o que emociona a todos,com suas
camisas específicas e estandartes que identificam as suas origens
e dão um brilhantismo especial ao grande evento.
O Pinto desta feita não nasceu de um ovo e sim de uma associação
de amigos independentes, tendo como objetivo, resgatar músicas
de antigos carnavais e também oferecer oportunidades a novos
compositores.
Nos últimos anos a prima Núbia Villar tem se destacado,
aglutinando o maior número de matagrandenses em frente a
Barraca Pedra Virada, onde tem uma enorme amendoeira. Núbia
providencia a confecção de camisas e todos que adquirem se
sentem orgulhosos, afora, a satisfação de reencontrar parentes
e conterrâneos que fizeram parte da infância, adolescência, ou
mesmo das salas de aulas no Grupo Escolar Demócrito Gracindo
ou Ginásio Félix Moreno (atualmente Mons. Aloysio Alves
Martins).
Este ano o estandarte é vermelho com os dizeres:
"MATAGRANDENSES NA FOLIA", as camisas com uma tonalidade
predominante azul,leva a mesma frase, tem a figura de um
pintinho em amarelo levando na cabeça um chapéu de couro,
e também, uma sacola,representando os nossos vaqueiros do
alto sertão alagoano em seus trajes típicos. Na sacola de
couro os vaqueiros levavam a rapadura e o queijo de
coalho bem como a farinha, para o enfrentamento do dia na
tórrida região sertaneja.
Na asa esquerda o pinto segura a bandeira oficial de
Mata Grande o que deixa a todos ainda mais orgulhosos
do local onde nasceram.
Aqueles matagrandenses e seus amigos que não tiveram a
oportunidade de adquirir a camisa, vão participar com a
camisa das últimas edições dos carnavais passados, ou mesmo
com uma normal. O importante é participar do evento.
Então... até o próximo sábado.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
DICAS DE AUTO AJUDA - Leia a força que a mensagem transmite.
Maceió (AL), 02 de fevereiro de 2012.
"Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o
confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca
discute com seus obstáculos, mas os contorna."
Querido Deus, a pessoa que está lendo isso, é bonita,
forte e eu a adoro. Ajude-a a viver a vida dela ao máximo.
Por favor, promova-a e faça-a superar todas as expectativas.
Ajude-a a brilhar nos lugares mais obscuros onde é
impossível amar. Proteja-a o tempo todo e erga-a
quando ela mais precisar de Ti, fazendo-a saber que
caminhando Contigo, Ela estará sempre segura.
Agora, você já está na contagem!!!! Em 9 minutos,
algo vai te fazer feliz. Mas você tem que dizer a outras
9 amigos que você os ama, Vai lá... coragem....
Enviado pelo amigo Vianna. Portanto, quando encontrar as
próximas nove pessoas que tenha amizade, diga a cada uma
que a ama e terás um lindo dia.
"Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o
confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca
discute com seus obstáculos, mas os contorna."
Querido Deus, a pessoa que está lendo isso, é bonita,
forte e eu a adoro. Ajude-a a viver a vida dela ao máximo.
Por favor, promova-a e faça-a superar todas as expectativas.
Ajude-a a brilhar nos lugares mais obscuros onde é
impossível amar. Proteja-a o tempo todo e erga-a
quando ela mais precisar de Ti, fazendo-a saber que
caminhando Contigo, Ela estará sempre segura.
Agora, você já está na contagem!!!! Em 9 minutos,
algo vai te fazer feliz. Mas você tem que dizer a outras
9 amigos que você os ama, Vai lá... coragem....
Enviado pelo amigo Vianna. Portanto, quando encontrar as
próximas nove pessoas que tenha amizade, diga a cada uma
que a ama e terás um lindo dia.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
DICAS DE CULTURA - Sexalescentes
Mata Grande (AL), 31 de janeiro de 2012.
Se estivermos atentos, podemos notar que está a aparecer uma
nova franja social: a das pessoas que andam à volta dos
sessenta anos de idade, os sexalescentes : é a geração que
rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está
nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com
a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da
idade da adolescência,que deu identidade a uma massa de jovens
oprimidos em corpos desenvolvidos,queaté então não sabiam onde
meter-se nem como vestir-se.
Este novo grupo humano que hoje ronda os sessenta teve uma vida
razoavelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes que trabalham há muitos
anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos
autores deram durante décadas ao conceito de trabalho.
Que procuraram e encontraram há muito aatividade de que mais
gostavam e que com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sintam realizados... Alguns nem
sonham em reformar-se. E os que já se reformaram gozam
plenamente cada dia sem medo do ócio ou da solidão, crescem
por dentro quer num, quer na outra. Desfrutam a
situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos,
preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o
mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da
janela de um 5.º andar...
Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a
mulher tem umpapel destacado. Traz décadas de experiência
de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer,
e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham
sonhando em ocupar.
Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que
lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua
juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu
sobre o que na realidade queria.
Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras
que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras
ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas,
médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis :
reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a
fazê-lo todos os dias.
Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo:
a geração dos "sessenta", homens e mulheres, lida com o
computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos
filhos que estão longe (e vêem-se), e até se esquecem do
velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as
suas notícias, idéias e vivências.
De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil
e quando não estão, não se conformam, e procuram mudá-lo.
Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam
todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde:
apenas reflete, toma nota, e parte para outra...
Os maiores partilham a devoção pela juventude e as suas
formas superlativas, quase insolentes de beleza ; mas não
se sentem em retirada. Competem de outra forma, cultivam o
seu próprio estilo... Os homens não invejam a aparência
das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno
Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de
uma modelo. Em vez disso, conhecem a importância de um olhar
cúmplice, de uma frase inteligente, ou de um sorriso iluminado
pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta, como tem sido seu
costume ao longo da sua vida, estão a estrear uma idade
que não tem nome. Antes seriam velhos, e agora já não o são.
Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude
mas sem nostalgias tolas, porque a juventude ela própria
também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...
Talvez por alguma secreta razão que só sabem, e saberão,
os que chegam aos 60 no século XXI ...
(autor desconhecido)
Colaboração de Florisa Vieira
Se estivermos atentos, podemos notar que está a aparecer uma
nova franja social: a das pessoas que andam à volta dos
sessenta anos de idade, os sexalescentes : é a geração que
rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está
nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com
a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da
idade da adolescência,que deu identidade a uma massa de jovens
oprimidos em corpos desenvolvidos,queaté então não sabiam onde
meter-se nem como vestir-se.
Este novo grupo humano que hoje ronda os sessenta teve uma vida
razoavelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes que trabalham há muitos
anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos
autores deram durante décadas ao conceito de trabalho.
Que procuraram e encontraram há muito aatividade de que mais
gostavam e que com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sintam realizados... Alguns nem
sonham em reformar-se. E os que já se reformaram gozam
plenamente cada dia sem medo do ócio ou da solidão, crescem
por dentro quer num, quer na outra. Desfrutam a
situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos,
preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o
mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da
janela de um 5.º andar...
Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a
mulher tem umpapel destacado. Traz décadas de experiência
de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer,
e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham
sonhando em ocupar.
Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que
lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua
juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu
sobre o que na realidade queria.
Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras
que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras
ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas,
médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis :
reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a
fazê-lo todos os dias.
Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo:
a geração dos "sessenta", homens e mulheres, lida com o
computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos
filhos que estão longe (e vêem-se), e até se esquecem do
velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as
suas notícias, idéias e vivências.
De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil
e quando não estão, não se conformam, e procuram mudá-lo.
Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam
todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde:
apenas reflete, toma nota, e parte para outra...
Os maiores partilham a devoção pela juventude e as suas
formas superlativas, quase insolentes de beleza ; mas não
se sentem em retirada. Competem de outra forma, cultivam o
seu próprio estilo... Os homens não invejam a aparência
das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno
Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de
uma modelo. Em vez disso, conhecem a importância de um olhar
cúmplice, de uma frase inteligente, ou de um sorriso iluminado
pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta, como tem sido seu
costume ao longo da sua vida, estão a estrear uma idade
que não tem nome. Antes seriam velhos, e agora já não o são.
Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude
mas sem nostalgias tolas, porque a juventude ela própria
também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...
Talvez por alguma secreta razão que só sabem, e saberão,
os que chegam aos 60 no século XXI ...
(autor desconhecido)
Colaboração de Florisa Vieira
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
DICAS DE CULTURA - Coisas que não lembramos.
Barra de Santo Antonio (AL), 24 de janeiro de 2012.
As Datas de Casamento:
1 ano - Bodas de Algodão
2 anos - Bodas de Papel
3 anos - Bodas de Trigo ou Couro
4 anos - Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5 anos - Bodas de Madeira ou Ferro
10 anos - Bodas de Estanho ou Zinco
15 anos - Bodas de Cristal
20 anos - Bodas de Porcelana
25 anos - Bodas de Prata
30 anos - Bodas de Pérola
35 anos - Bodas de Coral
40 anos - Bodas de Rubi ou Esmeralda
45 anos - Bodas de Platina ou Safira
50 anos - Bodas de Ouro
55 anos - Bodas de Ametista
60 anos - Bodas de Diamante ou Jade
65 anos - Bodas de Ferro ou Safira
70 anos - Bodas de Vinho
75 anos - Bodas de Brilhante ou Alabastre
80 anos - Bodas de Nogueira ou Carvalho
As Datas de Casamento:
1 ano - Bodas de Algodão
2 anos - Bodas de Papel
3 anos - Bodas de Trigo ou Couro
4 anos - Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5 anos - Bodas de Madeira ou Ferro
10 anos - Bodas de Estanho ou Zinco
15 anos - Bodas de Cristal
20 anos - Bodas de Porcelana
25 anos - Bodas de Prata
30 anos - Bodas de Pérola
35 anos - Bodas de Coral
40 anos - Bodas de Rubi ou Esmeralda
45 anos - Bodas de Platina ou Safira
50 anos - Bodas de Ouro
55 anos - Bodas de Ametista
60 anos - Bodas de Diamante ou Jade
65 anos - Bodas de Ferro ou Safira
70 anos - Bodas de Vinho
75 anos - Bodas de Brilhante ou Alabastre
80 anos - Bodas de Nogueira ou Carvalho
DICAS DE REFLEXÃO - Enviadas por Marta.
Reflexão para o Ano Novo
Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação,
sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades.
Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras
do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos
que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos
valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol
queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras
notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e
assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso
coração está partido, o mundo não para, para que nós o
consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém
nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que amar não significa transferir aos
outros a responsabilidade de nos fazer felizes.
Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos
e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz a diferença não é o que
temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família
é os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às
vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto
nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito,
talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção,
se você não se esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás.
Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale
é construir o futuro.
O nosso futuro ainda está por vir. Então aprendemos que
devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em
busca dos nossos sonhos.
Que a Paz e a Luz do Mestre esteja presente em nossas
vidas, que nossas atitudes e exemplos sejam dignos de
seus ensinamentos, e isso, só depende de nós!
Feliz 2012!
Marta.
Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação,
sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades.
Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras
do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos
que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos
valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol
queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras
notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e
assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso
coração está partido, o mundo não para, para que nós o
consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém
nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que amar não significa transferir aos
outros a responsabilidade de nos fazer felizes.
Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos
e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz a diferença não é o que
temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família
é os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às
vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto
nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito,
talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção,
se você não se esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás.
Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale
é construir o futuro.
O nosso futuro ainda está por vir. Então aprendemos que
devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em
busca dos nossos sonhos.
Que a Paz e a Luz do Mestre esteja presente em nossas
vidas, que nossas atitudes e exemplos sejam dignos de
seus ensinamentos, e isso, só depende de nós!
Feliz 2012!
Marta.
domingo, 1 de janeiro de 2012
DICAS DE REFLEXÃO - TESTAMENTO DE UMA AVÓ -
Maceió (AL) 01 de janeiro de 2012.
Ah! Voces avós, quanta sabedoria e quanta saudade.
Queridos netos,
A Vó, não sabe brincar com vocês, porque só sei brincar de passado e vocês só sabem brincar de futuro. E ainda estarei brincando de recordação quando vocês começarem a brincar de esperança.
Mas antes que eu me torne apenas um retrato na parede, uma referência dos meus entes queridos ou até uma lágrima de minha filha, quero lhes dizer uma coisa que considero muito importante para os seus momentos de dúvida.
Porque eles ocorrerão e todos serão preciosos.
Quero lhes dizer, queridos netos, o que vale à pena.
- Vale à pena crescer e estudar.
- Vale à pena conhecer pessoas, ter namorados e namoradas, sofrer ingratidões, chorar algumas decepções e- apesar de tudo isto (ou por causa de tudo isto)- ir renovando todos os dias sua fé na bondade essencial da criatura humana e o seu deslumbramento diante da vida.
- Vale à pena verificar que não há trabalho que não traga recompensa, que não há livro que não traga ensinamento, que os amigos têm mais para dar que os inimigos para tirar, que, se formos bons observadores, aprenderemos tanto com a obra do sábio quanto a vida do ignorante.
- Vale à pena ver que toda a amargura nos deixa reflexão, toda tristeza nos deixa a experiência e toda alegria nos enche a alma de paz.
- Vale à pena casar e ter filhos. Filhos que nos escravizam com seu amor e nos concedem a felicidade de tê-los junto a nós e vê-los crescer. Filhos que, ao crescerem um pouco, já discutem conosco, acham que sabem bem mais que nós ( e às vezes sabem mesmo) e nós aprendemos com eles.
- Vale à pena viver estes assombrosos tempos modernos em que os milagres acontecem ao virar de um botão, em que se pode telefonar da terra para a lua, lançar sondas espaciais, máquinas pensantes, à fronteira de outros mundos. E descobrir que toda essa maravilha tecnológica não consegue, entretanto, atrasar ou adiantar a chegada da primavera.
- Vale à pena viver, mesmo com todas as limitações a que o ser humano está sujeito, quando lembramos que o surdo vê a luz do sol, que o cego ouve a música das coisas, que o mendigo sonha com as estrelas, que não precisamos de todos os sentidos para participar do esplendor da criação.
- Vale à pena mesmo sabendo que vocês verão coisas que eu nunca vi, assim como vejo coisas que meus pais não viram e, meus pais viram coisas que meus avós não viram.
- Vale à pena, certamente- o saber acumulado dos cientistas e especialistas que revelarão coisas que a mim não foram reveladas. Pode ser que vocês conheçam seres vindos de outros planetas, o que para mim é teoria e especulação, assim como a televisão e outras invenções foram teoria e especulação para meus avós, já falecidos.
- Vale à pena, mesmo quando vocês descobrirem que tudo isso que estou mencionando é de pouca valia, porque a teoria não substitui a prática e cada um tem de aprender por si mesmo que o fogo queima, que o vinagre amarga, que o espinho fere e que o pessimismo não resolve rigorosamente nada.
- Vale à pena até mesmo envelhecer como eu e ter netos como vocês, que me devolveram a infância e a juventude.
- Vale à pena mesmo que eu parta e suas lembranças de mim se tornem vagas. Mas quando outros disserem coisas boas de seus avós, espero que vocês possam dizer de mim simplesmente isto:
"Minha avó foi aquela que me disse que “valia à pena”... E não é que ela tinha razão?"
Autor Desconhecido.
Ah! Voces avós, quanta sabedoria e quanta saudade.
Queridos netos,
A Vó, não sabe brincar com vocês, porque só sei brincar de passado e vocês só sabem brincar de futuro. E ainda estarei brincando de recordação quando vocês começarem a brincar de esperança.
Mas antes que eu me torne apenas um retrato na parede, uma referência dos meus entes queridos ou até uma lágrima de minha filha, quero lhes dizer uma coisa que considero muito importante para os seus momentos de dúvida.
Porque eles ocorrerão e todos serão preciosos.
Quero lhes dizer, queridos netos, o que vale à pena.
- Vale à pena crescer e estudar.
- Vale à pena conhecer pessoas, ter namorados e namoradas, sofrer ingratidões, chorar algumas decepções e- apesar de tudo isto (ou por causa de tudo isto)- ir renovando todos os dias sua fé na bondade essencial da criatura humana e o seu deslumbramento diante da vida.
- Vale à pena verificar que não há trabalho que não traga recompensa, que não há livro que não traga ensinamento, que os amigos têm mais para dar que os inimigos para tirar, que, se formos bons observadores, aprenderemos tanto com a obra do sábio quanto a vida do ignorante.
- Vale à pena ver que toda a amargura nos deixa reflexão, toda tristeza nos deixa a experiência e toda alegria nos enche a alma de paz.
- Vale à pena casar e ter filhos. Filhos que nos escravizam com seu amor e nos concedem a felicidade de tê-los junto a nós e vê-los crescer. Filhos que, ao crescerem um pouco, já discutem conosco, acham que sabem bem mais que nós ( e às vezes sabem mesmo) e nós aprendemos com eles.
- Vale à pena viver estes assombrosos tempos modernos em que os milagres acontecem ao virar de um botão, em que se pode telefonar da terra para a lua, lançar sondas espaciais, máquinas pensantes, à fronteira de outros mundos. E descobrir que toda essa maravilha tecnológica não consegue, entretanto, atrasar ou adiantar a chegada da primavera.
- Vale à pena viver, mesmo com todas as limitações a que o ser humano está sujeito, quando lembramos que o surdo vê a luz do sol, que o cego ouve a música das coisas, que o mendigo sonha com as estrelas, que não precisamos de todos os sentidos para participar do esplendor da criação.
- Vale à pena mesmo sabendo que vocês verão coisas que eu nunca vi, assim como vejo coisas que meus pais não viram e, meus pais viram coisas que meus avós não viram.
- Vale à pena, certamente- o saber acumulado dos cientistas e especialistas que revelarão coisas que a mim não foram reveladas. Pode ser que vocês conheçam seres vindos de outros planetas, o que para mim é teoria e especulação, assim como a televisão e outras invenções foram teoria e especulação para meus avós, já falecidos.
- Vale à pena, mesmo quando vocês descobrirem que tudo isso que estou mencionando é de pouca valia, porque a teoria não substitui a prática e cada um tem de aprender por si mesmo que o fogo queima, que o vinagre amarga, que o espinho fere e que o pessimismo não resolve rigorosamente nada.
- Vale à pena até mesmo envelhecer como eu e ter netos como vocês, que me devolveram a infância e a juventude.
- Vale à pena mesmo que eu parta e suas lembranças de mim se tornem vagas. Mas quando outros disserem coisas boas de seus avós, espero que vocês possam dizer de mim simplesmente isto:
"Minha avó foi aquela que me disse que “valia à pena”... E não é que ela tinha razão?"
Autor Desconhecido.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
VULTOS MATAGRANDENSES-Sebastião Guimarães Gomes
Maceió (AL), 30 de dezembro de 2012.
Sebastião de Dona Necy, Sé, Xôxa assim era conhecido o nosso
amigo. Ainda muito jovem foi estudar na Escola Técnica
Agrícola em Satuba -Al., onde formou-se em Técnico Agrícola
e construiu sólidas amizades.
Fez concurso para o Banco do Nordeste onde exercia a função de TA.
Casou-se com a também conterrânea Djorá Alencar, filha de Seu
Jônathas (João Nata).Trabalhou em Mata Grande, Cícero Dantas
e Arapiraca, cidade que adotou para residir e descansar.
Durante o tempo que trabalhou em Mata Grande foi meu professor
de matemática no Ginásio Felix Moreno, colega de trabalho
no Banco do Nordeste e também meu padrinho de casamento em
25 de dezembro de 1967.
Na cidade de Arapiraca após a aposentadoria, tentou se mudar
para Maceió o que não deu certo, retornou então, para Arapiraca
onde era torcedor ferrenho do ASA, sem entretanto, esquecer o
nosso glorioso VASCO DA GAMA.
Infelizmente, no dia 26 do corrente, foi acometido de fortes
dores no peito , não resistindo , veio a falecer.
O seu sepultamento se deu no cemitério São Francisco,onde
descança em paz com a bandeira do ASA e sob os hinos do ASA,
do VASCO DA GAMA e também as melodias do saudoso Nelson Gonçalves.
A família enlutada as nossas condolências.
A missa de sétimo dia será realizada na próxima segunda feira,
dia 02.01.12, às 19,30 horas, aqui em Maceió, na Igreja
Menino Jesus de Praga, localizada próximo a Rua Belo Horizonte
no bairro do Sanatório.
Quando divulguei a notícia do seu falecimento, vejam o que
respondeu o colega Luiz da Rocha Bezerra, atualmente residindo
em Vitória da Conquista- BA.
“On Seg 26/12/11 22:46 , Luiz Bezerra
Caro Germano,
Chegamos a trabalhar juntos, ainda que por curto período. Fomos também colega de Escola Técnica. Homem de pouca conversa circunspecto, mas de uma lealdade para com a instituição e aos amigos a toda prova. Enfim, um funcionário, um amigo, um chefe de família exemplar.
Peço transmitir a família enlutada, o nosso abraço de solidariedade e as nossas condolências.
LUIZ BEZERRA. “
Sebastião de Dona Necy, Sé, Xôxa assim era conhecido o nosso
amigo. Ainda muito jovem foi estudar na Escola Técnica
Agrícola em Satuba -Al., onde formou-se em Técnico Agrícola
e construiu sólidas amizades.
Fez concurso para o Banco do Nordeste onde exercia a função de TA.
Casou-se com a também conterrânea Djorá Alencar, filha de Seu
Jônathas (João Nata).Trabalhou em Mata Grande, Cícero Dantas
e Arapiraca, cidade que adotou para residir e descansar.
Durante o tempo que trabalhou em Mata Grande foi meu professor
de matemática no Ginásio Felix Moreno, colega de trabalho
no Banco do Nordeste e também meu padrinho de casamento em
25 de dezembro de 1967.
Na cidade de Arapiraca após a aposentadoria, tentou se mudar
para Maceió o que não deu certo, retornou então, para Arapiraca
onde era torcedor ferrenho do ASA, sem entretanto, esquecer o
nosso glorioso VASCO DA GAMA.
Infelizmente, no dia 26 do corrente, foi acometido de fortes
dores no peito , não resistindo , veio a falecer.
O seu sepultamento se deu no cemitério São Francisco,onde
descança em paz com a bandeira do ASA e sob os hinos do ASA,
do VASCO DA GAMA e também as melodias do saudoso Nelson Gonçalves.
A família enlutada as nossas condolências.
A missa de sétimo dia será realizada na próxima segunda feira,
dia 02.01.12, às 19,30 horas, aqui em Maceió, na Igreja
Menino Jesus de Praga, localizada próximo a Rua Belo Horizonte
no bairro do Sanatório.
Quando divulguei a notícia do seu falecimento, vejam o que
respondeu o colega Luiz da Rocha Bezerra, atualmente residindo
em Vitória da Conquista- BA.
“On Seg 26/12/11 22:46 , Luiz Bezerra
Caro Germano,
Chegamos a trabalhar juntos, ainda que por curto período. Fomos também colega de Escola Técnica. Homem de pouca conversa circunspecto, mas de uma lealdade para com a instituição e aos amigos a toda prova. Enfim, um funcionário, um amigo, um chefe de família exemplar.
Peço transmitir a família enlutada, o nosso abraço de solidariedade e as nossas condolências.
LUIZ BEZERRA. “
Assinar:
Postagens (Atom)

