20.12.09 - Ainda em frente a igreja de Nossa Senhora do Rosário, localizada no Alto do João Félix, eis que vai descendo o primeiro vaqueiro do dia montado em seu elegante cavalo (vaqueiro integrante do grupo de apoio), pedi para que voltasse e assim foi fotografado. Trabalhou muito e nos ajudou (a comissão julgadora de cavalos baixeiros), fazendo com que os cavalos se apresentassem e voltassem do local onde a comissão estava instalada.
Objetivamos ter um meio próprio e independente de informar aos nossos amigos e conterrâneos fatos, notícias, fotos e publicações que venham enriquecer a nossa cultura. Conto com a participação de todos.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
A IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO - MATA GRANDE-AL.
A missa foi celebrada pelo Conego Washington, de quem temos o privilégio de participar da sua particular amizade.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
VII MISSA DO VAQUEIRO
8ª MISSA DO VAQUEIRO
20.12.08 - Casualmente cheguei em Mata Grande e para minha surpresa seria realizada a oitava missa do vaqueiro, mais uma vez, fui convidado pela comissão organizadora para participar da comissão julgadora dos cavalos baixeiros. Este ano foi difícil, haja vista, a quantidade de bons cavalos desfilando. Não divulguei na coluna de eventos porque não recebi nenhuma comunicação antecipada. No que tange a festa foi muito bonita, em paz e bem organizada. O que me chamou a atenção foi a mudança na festa que passou a ser mais política do que de costume. As toadas, as faixas, as constantes citações e até o lançamento de projeto político davam mais a impressão de um palanque político do que missa do vaqueiro. No mais tudo normal e em paz. A missa contou com a participação do Padre Eraldo Cordeiro que sempre abrilhanta os ambientes onde chega pela sua simpatia e fidalguia. então, quando ele canta o Lengo Tengo,do inesquecível Luiz Gonzaga, empolga a todos. Vejam as fotos que disponibilizei em minha página no orkut.
20.12.08 - Casualmente cheguei em Mata Grande e para minha surpresa seria realizada a oitava missa do vaqueiro, mais uma vez, fui convidado pela comissão organizadora para participar da comissão julgadora dos cavalos baixeiros. Este ano foi difícil, haja vista, a quantidade de bons cavalos desfilando. Não divulguei na coluna de eventos porque não recebi nenhuma comunicação antecipada. No que tange a festa foi muito bonita, em paz e bem organizada. O que me chamou a atenção foi a mudança na festa que passou a ser mais política do que de costume. As toadas, as faixas, as constantes citações e até o lançamento de projeto político davam mais a impressão de um palanque político do que missa do vaqueiro. No mais tudo normal e em paz. A missa contou com a participação do Padre Eraldo Cordeiro que sempre abrilhanta os ambientes onde chega pela sua simpatia e fidalguia. então, quando ele canta o Lengo Tengo,do inesquecível Luiz Gonzaga, empolga a todos. Vejam as fotos que disponibilizei em minha página no orkut.
SANTUÁRIO DE SANTA TEREZINHA
Sábado estive visitando o Santuário, juntamente com os meus filhos Marcus Vinicius e Geovanna Léa, os quais ficaram boquiabertos com a imponência do Santuário. Fomos muito bem recebidos pelo Pe. Sizo de Santa Terezinha. O Santuário estava quase lotado com um pessoal que veio de Pernambuco. O Padre , por sua vez, muito ocupado, mesmo assim, dispensou atenção especial aos meus filhos, que foram seus contemporâneos de infância e adolescência. Na ocasião ele falou que "na última reunião em Xingó, chegaram mais ou menos 120 mil romeiros". Disse ainda qu" pretende construir na Serra do Angico uma estátua de Santa Terezinha com aproximadamente 34 metros de altura". Será um empreendimento de grande vulto e Mata Grande, não tenham dúvidas, será um grande centro de perigrinação. Hoje já o é, falta, entretanto, infra-estrutura de hotéis, pousadas, restaurantes etc., uma vez que, os romeiros são obrigados a vir e voltar no mesmo dia. Em dias de grande movimentação a cidade se torna pequena para receber os ônibus e automóveis, bem como o grande número de romeiros.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
MORAR EM MATA GRANDE
Morar em Mata Grande
Ah! Morar em Mata Grande é ter o privilégio de viver bem. É elevar a auto-estima após conferir sua beleza. Ela é bem diferente, pois possui um potencial incrível que poucas cidades têm: um jeito que fascina. As montanhas que lhe cercam com destaque para a Serra da Onça, o clima ameno, as ruas de pedras e o casario antigo que sobrou lhes dão um charme especial que quem vê se apaixona. No topo de cada serra, em diferentes ângulos, se aprecia paisagens diferenciadas e encantadoras. Se contempla o horizonte infindo. Ah! Até parece que um tapete verde se desenrola pelas montanhas e a cada escalada se descortinam paisagens deslumbrantes. No período do inverno, quando o frio predomina, tudo é perfeito! Uma neblina bem alva, como a brancura da neve envolve as ruas e encobre as montanhas qual um cobertor de lã, agasalhando quem tem frio. Aqui a própria natureza se encarrega de recolher a chuva, a neblina e o frio fazendo iniciar um novo espetáculo; pela manhã o brilho do sol resplandece nas pedras da Serra da Onça, parecendo que a prata, um metal tão valioso escoa pelas fendas das rochas sem que alguém a perceba. Mata Grande! O oásis, a maravilha do sertão! É nela que a natureza se revela como uma obra de arte, desenhada pelo próprio Criador. É nela que um povo alegre, gentil e hospitaleiro encanta e contagia a sua alegria aos seus visitantes deixando apenas saudades e nada mais. Ela é o orgulho para quem a admira e o bem para quem sabe possuí-la. Sua história é contada por muitos e escrita por casa um de nós. Assim é Mata Grande – Nosso berço, nosso chão.
Autor: Fagner
Ah! Morar em Mata Grande é ter o privilégio de viver bem. É elevar a auto-estima após conferir sua beleza. Ela é bem diferente, pois possui um potencial incrível que poucas cidades têm: um jeito que fascina. As montanhas que lhe cercam com destaque para a Serra da Onça, o clima ameno, as ruas de pedras e o casario antigo que sobrou lhes dão um charme especial que quem vê se apaixona. No topo de cada serra, em diferentes ângulos, se aprecia paisagens diferenciadas e encantadoras. Se contempla o horizonte infindo. Ah! Até parece que um tapete verde se desenrola pelas montanhas e a cada escalada se descortinam paisagens deslumbrantes. No período do inverno, quando o frio predomina, tudo é perfeito! Uma neblina bem alva, como a brancura da neve envolve as ruas e encobre as montanhas qual um cobertor de lã, agasalhando quem tem frio. Aqui a própria natureza se encarrega de recolher a chuva, a neblina e o frio fazendo iniciar um novo espetáculo; pela manhã o brilho do sol resplandece nas pedras da Serra da Onça, parecendo que a prata, um metal tão valioso escoa pelas fendas das rochas sem que alguém a perceba. Mata Grande! O oásis, a maravilha do sertão! É nela que a natureza se revela como uma obra de arte, desenhada pelo próprio Criador. É nela que um povo alegre, gentil e hospitaleiro encanta e contagia a sua alegria aos seus visitantes deixando apenas saudades e nada mais. Ela é o orgulho para quem a admira e o bem para quem sabe possuí-la. Sua história é contada por muitos e escrita por casa um de nós. Assim é Mata Grande – Nosso berço, nosso chão.
Autor: Fagner
SÓ QUEM É NORDESTINO ENTENDE
Botão é pitôco
Se é miúdo é pixototinho
Se é resto é cotôco
Tudo que é bom é massa
Tudo que é ruim é peba
Rir dos outros é mangar
Se é franzino é xôxo
O bobo se chama leso
E o medroso chama frouxo
Tá estranho tá tronxo
Vai sair diz vou chegar
Caba sem dinheiro é liso
Pernilongo é muriçoca
Chicote se chama açoite
Quem entra sem licença emburaca
Sinal de espanto é vôtes
Se tá folgado tá folote
Se a calça tá curta tá pega-bode
Quem tem sorte é cagado
Quem dá furo é fulero
Sujeira de olho é remela
Gente insistente é pegajosa
Agonia é aperreio
Meleca se chama catota
Gases se chamam bufa
Catinga de suor é inhaca
Mancha de pancada é roncha
Palhaçada é munganga
Desarrumado é malamanhado
Pessoa triste é borocoxô
É mesmo é Iapôis
Correr atrás de alguém é dar uma carrera
Passear é bater perna
Fofoca é babado resenha
Estouro se chama pipôco
Confusão é rolo
É assim mermo visse mainha?Eita troço arretado
Se é miúdo é pixototinho
Se é resto é cotôco
Tudo que é bom é massa
Tudo que é ruim é peba
Rir dos outros é mangar
Se é franzino é xôxo
O bobo se chama leso
E o medroso chama frouxo
Tá estranho tá tronxo
Vai sair diz vou chegar
Caba sem dinheiro é liso
Pernilongo é muriçoca
Chicote se chama açoite
Quem entra sem licença emburaca
Sinal de espanto é vôtes
Se tá folgado tá folote
Se a calça tá curta tá pega-bode
Quem tem sorte é cagado
Quem dá furo é fulero
Sujeira de olho é remela
Gente insistente é pegajosa
Agonia é aperreio
Meleca se chama catota
Gases se chamam bufa
Catinga de suor é inhaca
Mancha de pancada é roncha
Palhaçada é munganga
Desarrumado é malamanhado
Pessoa triste é borocoxô
É mesmo é Iapôis
Correr atrás de alguém é dar uma carrera
Passear é bater perna
Fofoca é babado resenha
Estouro se chama pipôco
Confusão é rolo
É assim mermo visse mainha?Eita troço arretado
EU VI UM LUGAR ASSIM
Autor:-Sinésio Santos (Viajante que pernoitava em Mata Grande)
Eu ví um lugar diferente
Entre mata e serra
O povo plantou sua semente
Nesse pedacinho de terra
Eu ví um povo feliz
Em sua modesta civilização
Distante no imenso país
Bem nos confins do sertão
Nunca ví um lugar assim
De detalhes e de grandezas
Não ví um belo jardim
Mas ví um pedaço da natureza
Ví crianças e velhos na ladeira
Ví moços e moças namorando
Ví pessoas de toda maneira
Uns cantando, outros chorando.
Carros e motos trafegando
Pelos pontos mais altos do lugar
Ví muita gente palestrando
Esse ano o milho vai dar.
Eu ví a chuva cair na serra
Eu ví esperanças nas pessoas
Eu ví um povo amar sua terra
No pedacinho de Alagoas.
Eu ví escadaria por todo canto
Principalmente subindo a Matriz
Eu ví um povo cheio de encanto
Eu ví um povo feliz
Eu ví gente indo e voltando
Em busca da sobrevivência
Outros nos bares cantando
Outros sentados com paciência
Eu ví lugar deslumbrante
Um lugar que marcou em mim
Pois é, meu amigo viajante
MATA GRANDE é assim.
A VERDADE SOBRE A MORTE DAS VÍTIMAS DO ABORTO
Poesia de Walter Medeiros.
No pé da Serra da Onça -
Alto sertão de Alagoas -
O povo gosta de loas
Mas tem a maior responsa:
Criança, jovem e coroas
Discutem as coisas boas
E combatem gente sonsa.
Pois numa noite bem mansa,
A lua branqueando o Céu,
Foi de tirar o chapéu
E não perder na lembrança
O filho de Dona Bel
Enfrentou seu Miruel
Num assunto que não cansa.
Seu Miruel é ateu,
Do bem ele quer distância;
Homem cheio de ganância,
Rouba até parente seu.
Uma triste discrepância
Que deixa muitos na ânsia
De vê-lo comendo breu.
Além de tudo é perverso,
Sem ética nem moral;
É mesmo gente do mal,
Mas está no Universo;
E seu maior ideal
É ver uma lei fatal
Nascer num novo processo.
Ele defende o aborto,
É homem muito falante,
Tem um tom repugnante
Mas não quero lhe ver morto;
Quero que ele se espante
Com a verdade de Dante
Que é matar um zigoto.
Ao vê-lo todo exaltado,
O filho de dona Bel
Que nunca foi bacharel
Nem tinha sido testado,
Olhou a barra do Céu
E até quem tava ao léu
Foi ouvir o seu recado:
- Neste dia iluminado
Da minha amada vida,
Esta pendenga sofrida,
Cheia de arrazoado,
Ganha a maior guarida
Para ser bem referida
Neste momento rimado.
- Pois neste mundo malvado,
De tanto conceito torto,
Vou também falar do aborto,
Que está sendo analisado
Da roça ao cais do porto,
Temos muito bebê morto
E outros sendo assassinados.
- Alguém terá desconforto,
Mas quero falar da vida
Que é sempre concebida
Como semente no horto,
Quando a mãe engravida
No instante dá guarida
Ao pequenino zigoto.
- Não sei por quê se duvida
Daquele exato momento
Onde surge o rebento
E a pessoa é concebida;
Nem mesmo o mais avarento
Teria outro pensamento
Sobre aquela nova vida.
Ao ver o homem rimando
O povo ficou feliz,
Pois um simples aprendiz
Estava ali ensinando
O que a gente boa diz
No templo e na matriz
E ele foi assimilando.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
RAZÃO
SER FELIZ OU TER RAZÃO ? "
Para reflexão...
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam." Sensacional...
(Recebi por e-mail -autor desconhecido)
sábado, 20 de junho de 2009
ESTRADAS
Mata Grande tem o privilégio de estar interligada por asfalto as BRs brasileiras, todavia, as estradas de piçarra (barro, cascalho) , sob a manutenção do estado e do município, estão completamente abandonadas pelos poderes públicos, chegando , atualmente a níveis precários e incondicionando o deslocamento dos automóveis, fato mais lamentável. Ontem, transitando pelo município de Inhapi, ví uma máquina de terraplanagem já trabalhando na manutenção das estradas municipais e ainda hoje, não entendemos o porquê de um município do porte de Mata Grande não ter condições de conservar as suas estradas uma vez que as verbas federais são enviadas normalmente. Solicitamos aos senhores vereadores que prestem atenção na aplicação desses recursos quando forem analisar as respectivas prestações de contas, afinal, nossos automóveis recolhem o IPVA e demais taxas de conformidade com a legislação federal. (Vide o Art. 31 da Constituição Federal).
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